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Visitando | Santa Barbara, Califórnia

Category : Estados Unidos, Turismo, Visitando

Depois do mega post (aqui) sobre a Highway 1, chegou a vez de falar sobre a primeira parada do percurso, a delícia Santa Barbara ou “American Riviera”, como é conhecida.

Como já falei no post anterior, fiquei doida pela cidade logo que entramos na avenida da praia. O sol estava na medida certa (Setembro), a paisagem incrível, muita gente bonita andando pelas ruas e uma  feirinha de artesanato deixava tudo ainda mais colorido. Quase esqueci que estava nos Estados Unidos.

Santa Barbara é uma cidade diferente assim como outras que passamos no caminho de L.A. até San Francisco.  A paisagem estonteante é resultado da localização entre as  montanhas Santa Ynez e o Oceano Pacífico. Uma mistura de cores para deixar qualquer fotógrafo amador contente com o resultado de seus clicks.

A cidade tem estilo mexicano com a limpeza e organização típica americana. Lembrei um pouco de St. Augustine, uma cidade de colonização espanhola do outro lado dos Estados Unidos (contei aqui).

Com0 não conhecia a região, a escolha do hotel foi baseada no preço e localização. Como queria algo mais em conta e não via necessidade em ficar em algum hotel da beira mar, escolhi um cantinho bem simpático a duas quadras da praia e não me arrependi.

Os hotéis em geral são simples mas acolhedores. Talvez seja interessante um hotel com mais recursos apenas para quem não dispensa conforto ou pretende ficar vários dias na cidade, caso contrário é só escolher o quanto quer gastar e dar uma olhada nas notas dadas pelos hóspedes em sites como o Booking, que é onde faço 90% das minhas reservas (mostrei aqui). Eu fiquei neste hotelzinho aqui.

Quem quiser algo mais memorável, pode escolher o Montecito Inn, hotel construído por Charlie Chaplin, ou ainda tentar um camping de luxo como o que a Aprendiz de viajante contou aqui.

Chegamos a beira mar e a vontade que tive era de passar pelo menos uns 4 dias por ali. Mesmo eu que não gosto de praia fiquei encantada com o estilo de vida da cidade. Gente bonita caminhando, correndo, andando de bike e patins.

O Pier Stearns Wharf é uma gracinha, ficamos umas 2 horas por lá só observando a paisagem e passeando de um lado para o outro. Ainda presenciamos uma desfile de carros antigos e belas esculturas na areia.

Achei super engraçado o pessoa jogando moedas de cima da ponte enquanto umas e pessoas com detectores de metais caçam as tais moedinhas la na areia.

Depois caminhamos calmamente pela orla, observando o vai e vem da pessoas e e olhando aquele mar perfeito.

Quem vai ficar mais tempo na cidade pode aproveitar algumas atrações da redondeza.

Tivermos a oportunidade de conhecer a feira de artesanato local. Uma feirinha organizada e cheia de obras de artes lindas e exclusivas. São inúmeras barracas repletas de coisinhas bacanas e diferentes.

Mas nem só de praia vive Santa Barbara, a cidade tem Zoológico, Jardim botânico, Museu de Arte, tour de vinhos e é claro, a Old Mission Santa Barbara .

Nós optamos por conhecer a cidade a pé e depois pegamos o carro e fomos andar pelas ruazinhas locais. Adoro observar casa, mercados e o estilo de vida de quem mora lá. Foi um dia delicioso.

Em uma cidade praiana  frutos do mar é o mais obvio e normalmente as melhores opções, mas sabemos quem sempre quem gente quem não é chegado ao prato, ou gente como eu, que tem o estômago mais fresco do mundo e morre de medo de passar mal durante a viagem.

Mas este não foi um problema já que Santa Barbara tem centenas e ótimas opções gastronômicas. Além dos vários restaurantes da avenida da praia e do pier, o centrinho da cidade tem muitas opções charmosas e todos os tipos de culinária. Passamos na rua principal a noite e dava vontade de parar em cada restaurante só para conhecer. Bem diferente do que vemos em grande parte dos Estados Unidos, a cidade é cheia de restaurantes pequenos e artesanais.

Estávamos com vontade de comer pizza de verdade e nos indicaram o restaurante Olio e Limone que fica em uma vilinha super fofa com lojas, terraço e outros restaurantes. O lugar era uma gracinha e a pizza era bem gostosa por sinal ( nada como uma paulista mas tudo bem). Mas esquecemos que nos EUA as porções são gigantes e caímos no erro de pedir uma pizza individual para cada. Lógico que sobrou uma inteira.

Na manhã seguinte a delícia ficou por conta do café da manhã do hotel que estava realmente apetitoso.

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Depois de um dia e meio no balneário era a hora de pegar e estrada e seguir para Solvang, mas este já é um assunto para o próximo post.

 Se você estiver em Los Angeles e tiver tempo de sobra vale a pena pegar 2 horinhas de estrada e conhecer Santa Bárbara. Eu não vejo a hora de ir de novo para aquele cantinho tão particular.

A Mobility foi a locadora oficial desta viagem.

Veja outros posts…

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De Los Angeles a San Francisco pela Highway 1

Category : Estados Unidos, Turismo, Visitando

Quando marquei minha primeira viagem para a Califórnia, tinha a intenção de fazer exatamente este roteiro. Ficaria 30 dias viajando e conhecendo toda a região. Mas como o marido mudou de emprego, tivemos que encurtar a viagem e ficar apenas 18 dias, conhecendo apenas Los Angeles, San Diego e Las Vegas.

Mas depois de 3 anos consegui fazer exatamente o que queria ter feito antes, viajar por uma das estradas mais lindas dos EUA.

Escolhemos o mês de Setembro depois de ter lido muita gente falando que é um dos melhores meses para pegar um tempo aberto e perfeito de Los Angeles até São Francisco.

Carro mega confortável escolhido pela Mobility, GPS, tanque cheio, ipod recheado e lá vamos nós…pé na estrada.

A Highway 1 estava muito bem conservada, não tem pedágios e o clima estava aberto e perfeito 99%  do tempo.  Tirando alguns pontos de parada para esperar o pessoal da manutenção da estrada tirar pedras soltas dos penhascos, foi tudo tranquilo e delicioso.

Para quem tem receio de alugar carro e dirigir nos EUA, saiba que é super tranquilo, barato e dependendo da cidade é imprescindível. Aqui tem um post com alguns detalhes.

O percurso entre L.A. até S.F pode durar menos de 9 horas se fizermos a estrada sem parar, mas o grande barato da estrada é justamente aproveitar cada cidade, cada paisagem e cada particularidade desta costa californiana que tem vários países em um único estado.

O Ricardo Freire fez aqui um post bem legal falando sobre a Highway 1.

Separamos 4 dias e escolhemos algumas cidades interessantes para conhecer e passar a noite. Quem gosta de vinhos vai ficar muito feliz em conhecer as vinícolas da Califórnia. Como queríamos dar mais atenção as cidadezinha, decidimos deixar as vinícolas para uma próxima viagem.

Neste post o foco mesmo será o trajeto, mas prometo fazer um post dedicado a cada cidade com dicas de hotéis e restaurantes.

Nossa viagem começa em Los Angeles (fiz post sobre a cidade aqui) por volta das 10h da manhã. Saímos de Beverly Hills, passamos por Malibu e pegamos a Highway 1 sentido Santa Bárbara.
O clima estava acinzentado e bem diferente dos últimos dias ou do clima que eu desejava para conhecer a “Highway 1″.
Mas felizmente uma hora depois tudo mudou, o tempo abril e chegamos em Santa Bárbara com o clima mais lindo do mundo.
Nem cheguei na cidade e já fiquei alucinada e arrependida por ter programado apenas uma noite por lá.
Santa Bárbara é linda e tem uma paisagem perfeita. De um lado aquelas montanhas cinematográfica, do outro o azul e infinito Oceano Pacífico.
Passeamos pela orla, visitamos o Pier, demos uma voltinha no centro da cidade e jantamos em uma vilinha bem interessante. Dia seguinte andamos um pouco pela praia e pegamos mais uma vez a Highway 1 sentido Solvang.
Solvang é uma cidade que só fui saber de sua existência depois de ler este post do Ricardo Freire. A cidade é uma graça e na minha opinião merece sim uma visita ( mesmo que seja rápida).
Uma  cidade de colonização dinamarquesa que encanta os olhos e o paladar. Repleta de lojinhas e restaurantes, Solvang nos agradou muito e com certeza passaria de novo por lá nem que seja para almoçar novamente. Em breve darei detalhes.
Depois de mais 1 hora de viagem, paramos em Pismo Beach para conhecer a cidade e ver a praia. Tudo super bonitinho. A visita foi super rápida mas bem agradável.
O ponto final do dia era San Luiz Obispo. Ficamos em um hotel de estrada bem gostosinho e na frente de um centro comercial (com uma loja gigantesca da Forever XXI, Best Buy e restaurantes).
Deixamos as coisas no hotel e fomos de carro (2km) para o centro da cidade visitar a missão(aqui). O tempo era curto mas pudemos passear um pouquinho, jantar, voltar para o hotel e nos preparar para o terceiro dia de viagem.
Saímos de S.L.Obispo umas 10 da manhã, o ponto alto da manhã era conhecer o Hearst Castle.
Farei um post sobre o castelo mas antes disso preciso pedir autorização para publicar as fotos que tirei. Eles deixam fotografar tudo mas pedem para que as fotos não sejam publicadas sem autorização. Vamos ver no que dá, pois as imagens são incríveis.
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A visita total durou umas 3 horas, o foco agora seria almoçar por volta das 15h em Big Sur, mas calculamos o tempo errado. Imprevistos sempre acontecem.
Minha intenção era sair do castelo as 14h e conseguir chegar ao restaurante Sierra Mar a tempo de conseguir almoçar. Mas apesar da estrada estar livre foi impossível chegar a tempo, mas mesmo assim entramos para conhecer o hotel e tomar uma lanchinho no restaurante.
Minha experiência inesquecível por lá eu contei neste post aqui. E na minha opinião é uma das melhores paradas do trajeto.
Mas como o foco do post ainda é a Highway 1, então não posso deixar de contar um pouco do que é passear por esta estrada (coloquei algumas fotos aqui).
As cidades no caminho são lindas, mas a estrada é realmente de tirar o fôlego. Montanhas, céu e mar fazendo uma mistura perfeita de paisagens.  Inesquecível!
Fiquem atentos aos pontos de parada, oportunidade de grandes fotos. Quem faz o percurso sentido SF como eu fiz, terá mais trabalho pois os pontos de parada são sempre a esquerda.
Como não sabíamos exatamente onde eram as paradas, ás vezes ficava muito em cima da hora e não conseguíamos.De um lado foi bom, caso contrário teríamos levado mais dois dias para chegar em São Francisco de tantos lugares lindos que gostaríamos de fazer uma pausa e fotografar.
Carmel-by-the-Sea foi o segundo ponto mais romântico da viagem. A cidade é muito graciosa e tem um clima de Campos do Jordão de primeiro mundo, só que na praia. É conhecida também por ter tido Clint Eastwood como prefeito, mas contarei mais detalhes em um próximo post.
Chegamos na cidade umas duas horas antes do sol se pôr. Passeamos pelas ruas da cidade, jantamos, passamos a noite e parte da manhã e continuamos a viagem.
Uma dica da minha amiga Joo, foi conhecer a reserva natural Point Lobos que fica um pouco antes da cidade. Mas mesmo estando nos planos, o cansaço nos venceu e tivemos que deixar como desculpa para uma próxima viagem.
No dia seguinte em Carmel, tomamos café, passeamos mais um pouco pelas ruas da cidade, pegamos o carro e fomos conhecer a tal 17-Mile Drive, estrada cênica que liga Carmel a Monterrey.
Aqui tem um post do blog  Aprendiz de Viajante que me inspirou em fazer o passeio.
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Pedágio pago (9,50 dólares), guia na mão e lá vamos nós conhecer os pontos principais desta estrada cênica perfeita. Como eu disse acima, farei um post detalhado de cada um dos pontos deste post com várias fotos.
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A estradinha é incrível e ficamos em média 3 horas para fazer o percurso todo com calma, parar em todos os pontos e tirar muitas foto. Depois passeamos um pouquinho em Monterey e chegou a hora de ir para São Francisco.

Depois de ver praias lindas durante todos estes dias, decidimos conhecer um outlet no caminho e pegamos a estrada expressa para SF. Não tinha mais praia, mas pegamos umas paisagens bem bonitas.

Fim da estrada e agora era hora de passar mais 5 dias passeando por São Francisco.
Da próxima vez faremos o percurso inverso, indo de São Francisco até Los Angeles. Como descendo a estrada os pontos de parada ficarão do lado correto para parar, imagino que possamos curtir ainda mais esta estrada tão perfeita e inesquecível.
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Gostou do meu roteiro ? Então fica de olhos aqui no blog que eu breve falarei de cada cidadezinha que conheci.
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Algumas dicas:
- Minha viagem foi em Setembro e o clima estava perfeito. Escolha bem o período para pegar tempo aberto e conseguir aproveitar a paisagem. Em dias chuvosos, além de perder a “vista”, imagino que a estrada seja um tanto perigosa por conta dos deslizamentos de pedras (sem contar os trechos fechados).
- Não deixe de usar um GPS e programar o roteiro pulando de cidade em cidade, caso contrário ele te mandará para a estrada fora da costa. Como alguns pontos da estrada são fechados em alguns momentos, as vezes fica fácil se perder e acabar indo parar fora da Scenic Drive.  Mesmo com GPS acabamos saindo da estrada umas duas vezes.
- Se for no calor, leve água no carro. Chegamos a ficar mais de meia hora parados na estrada esperando uma equipe de escaladores tirar pedras soltas da encosta.
- Tente fazer a viagem com calma e sem muitos horários programados. Com certeza dá para fazer o mesmo percurso em dois dias, mas garanto que aproveitei muito mais em 4 dias, olhando tudo com mais calma. Separe as cidades que mais se interessa e reserve um tempo extra para museus, castelos e o que tiver no caminho.
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Outros posts…

Big Sur | Um cantinho com vista para o paraiso.

Category : Gastronomia, Hotéis, Turismo, Visitando

Mais um post sobre a California. E como alguns leitores estão pedindo dicas de hospedagens para curtir a dois , acabei pulando o roteiro e indo direto a um dos lugares mais lindos que já vi.

Quando “desenhei”meu roteiro pela Califórnia fiz várias pesquisas em sites e blog. Em um deles, o turista profissional (profissão sonho de consumo) Ricardo Freire, disse (aqui) que o hotel/restaurante  Post Ranch Inn era ponto de parada obrigatório para quem faz a costa da Califórnia. Coloquei o restaurante Sierra Mar no roteiro e vamos que vamos.

Um dia antes ligamos para fazer a reserva no restaurante. Nossa ideia era acordar cedo, passar pelo Hearst Castle e chegar no Sierra Mar as 14h. Nada disso deu certo. Nos enrolamos no trajeto, paramos para tirar várias fotos e quando fomos ver, só conseguiríamos chegar no restaurante as 16h. Sem problemas…só que no lugar de almoçar, só iríamos comer um petisco pois ficaria cedo demais para esperar para jantar.

Chegamos por lá e já fiquei maravilhada com o local. Do estacionamento já da para ficar babando com a paisagem montanhosa.

A recepção é pequena e tem um design único como todo o restante. Subimos a escadaria de madeira em direção ao restaurante e pronto….o choque foi imediato. O lugar é tão incrível que nem com fotos perfeitas dá para expressar tamanha beleza.

Como chegamos depois do almoço e antes do jantar, a solução foi pedir alguns petiscos para beliscar. As opções para este horário são bem enxutas e nada econômicas.

O restaurante é todo de vidro e existe a opção de sentar dentro ou nas mesinhas de fora. Nós ficamos lá fora e a temperatura do mês de setembro estava agradabilíssima.

Como chegamos depois do almoço e antes do jantar, a solução foi pedir alguns petiscos para beliscar. As opções para este horário são bem enxutas e nada econômicas, mas valem a visita de toda forma.

Deixamos uns 40 dólares pelas comidinhas e bebidas mostradas na foto. Mas pagaria até o dobro só para poder me deliciar com aquela vista. Programando-se direitinho, vale a pena gastar um pouquinho mais e comer um bom prato ou um belo lanche. Apesar de que li por aí que a comida não é tão impressionante (tem o cardápio aqui).

Agora se você tiver um tempinho na viagem, estiver marcando sua Lua de mel, ou quer tirar uns dias para namorar um pouco, o hotel é perfeito para isso. Aliás, o hotel não aceita menores de 18 anos, pois é um espaço para relaxamento, longe de qualquer agitação ou barulho.

Mesmo tendo um preço salgado, acho que é uma experiência inesquecível. Se eu soubesse da real beleza do local, teria me programado antes e passado uma noitezinha por lá. Mas a Claudia Beatriz, editora do blog Aprendiz de Viajante,  acabou de voltar de lá e contou aqui, como foi suas estadia romântica pelo local. Tem um monte de fotos lindas do quarto. Não tenho dúvida que ficarei pelo menos mais uma noite da próxima vez que for para California.

Existem várias opções de quartos. Alguns deles ficam na beira do penhasco e parecem casinhas com um design único, que abrigam suítes modernas com camas king-size e a melhor vista da região. Já imagino a emoção de acordar e ainda da cama ter esta vista perfeita. Ou ainda um banho de banheira sossegado.
Nas fotos do site do hotel da para ficar horas babando e imaginando a visita ao local.
O hotel oferece serviço de SPA, piscina e academia. Além disso dá para fazer caminhadas pela região.

As diárias no Post Ranch Inn custam a partir de 595 dólares . Vai depender do quarto que você escolher.

Como e quando chegar…

Estávamos na estrada a caminho de San Francisco e o hotel ficava 2 horas antes da chegada. Colocando o nome Sierra Mar no GPS ele nos indicou o caminho certinho, mas como é no meio da estrada, devem ficar atentos para não passar despercebido. De San Francisco até lá, da umas 2 horas também.

Os horários do restaurante Sierra Mar para quem não está hospedado no hotel: Almoço -12:15 p.m. – 3:00 p.m, Petiscos e drinks – 3:00 p.m. – 5:30 p.m e Jantar 5:30 p.m. – 9:00 p.m. Mas recomendo a visita, nem que seja para pedir um chá gelado ou uma água fresquinha.

Para reservar tem que ligar no +1 (831) 667-2800. Se estiver passando por lá sem reserva e quiser arriscar, as vezes dá certo.


A Mobility foi a locadora oficial de nosso roteiro pela California.

Visitando | Los Angeles, Hollywood e região.

Category : Estados Unidos, Turismo, Visitando

Hoje vou contar um pouquinho de como foram minhas viagens por Los Angeles e região. Um local que vai muito além da calçada da fama.

Esta foi minha segunda passagem por Los Angeles e felizmente muito melhor do que a primeira (em 2009).

A maioria das pessoas que pensam em visitar LA, já imaginam de cara aquele universo de cinema, celebridades e glamour. Mas quase sempre acontece o contrário. A pessoa chega na cidade, vai aos famosos pontos turísticos e às vezes se decepciona a ponto de nunca mais pensar em volta a cidade. Da minha primeira vez fiz exatamente o básico e saí da cidade inconformada. Pesquisei, fiz um novo roteiro e saí de LA amando o local e doida para voltar pra lá mais uma vez e fazer um monte de passeios que não tive tempo (sim, apesar do que muita gente diz por aí, para mim 5 dias na cidade não deram para nada). Coloquei várias fotos aqui.

Chegando no aeroporto LAX, fomos direto para a locadora de veículos pegar nosso carro (A Mobility foi a locadora oficial da nossa viagem pela California). Saímos de lá com uma bela SUV preparada para carregar várias malinhas (afinal, teríamos mais 15 dias de viagem pela frente).

Já vou começar falando do trânsito de L.A, afinal  é uma das primeiras coisas que você verá por lá. Sou de SP e estou acostumada a pegar todo trânsito do mundo, mas tem horas que L.A. consegue se superar. O congestionamento já começa no aeroporto, que é o quinto mais movimentado do mundo. Foi o único aeroporto que vi uma “filinha” de aviões no ar esperando para descer (e eu odeeeio avião).

Para começo de conversa acho quase impossível ficar na cidade sem alugar um carro (e andar sem gps). As coisas são distantes e nem sempre terá tranporte coletivo de fácil acesso, o que fará você perder um tempo considerável (veja o mapa).

A grande dica é tentar evitar o horário de pico, mas às vezes é impossível. Tente fazer um roteiro do seu dia-a-dia, escolhendo os lugares que vai visitar no google maps. Organize passeios pertos, escolha bem os horários e não esqueça que se tiver horário marcado em algum lugar é melhor sair com bastante antecedência (quase perdemos a gravação de Two and a Half Man por este motivo). Já chegamos a ficar uma hora e meia para andar menos de 10 km.

Quem nunca esteve em LA, vai notar que as grandes rodovias tem uma faixa da direita reservada para carros que tem 2 ou mais pessoas (foto maior acima). Enquanto as outras faixas estão lotadas, a pista para dois facilita bastante a nossa vida.

As opções de hospedagem por lá são inúmeras e mais caras do que várias cidades dos EUA. Tudo vai depender do quanto você pretende gastar, região que quer ficar e tempo disponível. E detalhe, os estacionamentos são pagos e custam em média 25 dólares a diária.

Da primeira vez que fui, acabei pegando um hotel da rede Radisson, super bonitinho e com preço ótimo em frente o aeroporto. Acontece que era longe de tudo e devido ao trânsito perdemos um tempo absurdo. Se você pretende ficar na cidade apenas para ver os principais pontos turísticos, ir para o centro durante o dia e só voltar a noite pode ser uma opção.

Como desta vez eu queria pegar menos trânsito, ter uma bela paisagem e ficar na região que eu mais tinha gostado, escolhemos um hotel na famosa Rodeo Drive. O Luxe Rodeo Drive Hotel (um dia faço um post detalhado sobre ele) é uma gracinha, infinitamente bem localizado, tem um excelente serviço e valeu todo investimento (que ainda é bem mais barato do que os bons hotéis que temos no Brasil). Como sempre, fiz reserva no Booking, pois saia mais em conta do que no site do hotel.

Além da proximidade do aeroporto, existe opção de ficar em Downtonw L.A ou na região de Hollywood. Mas lembrem-se de saber um pouco sobre a região que pretende se hospedar, pois tem áreas que são perigosas e complicadas para sair durante a noite. Ou ainda bagunçada demais para quem quer um pouco de sossego. Uma boa pesquisa pelos comentários dos hóspedes é sempre bem vinda.

Outra opção é ficar hospedado em Santa Mônica. O clima é super gostoso, tem opções bem mais baratas e interessantes. Mas prepare-se para pegar pelo menos 1 hora de trânsito quando for ao centro e pontos turísticos.

O que fazer…

Ok, você está em Los Angles e quer passear pelo centro de Hollywood, andar pela calçada da fama e conhecer o Chinese Teatre. Então vamos por partes…

Estes pontos ficam na Hollywood Boulevard e arredores e são e cheeeeeio de turistas. Por mais que seja uma região super decadente (sim, fiquei bem decepcionada), claro que vale dar uma passadinha para fazer algumas fotos. Logo que chegar, procure pelo Service Center do complexo, lá atendentes lhe darão mapas e se perguntar por algum museu ou show, sai de lá com cupom de desconto. O Kodak Theatre é bem bonito e atualmente abriga “Iris” de Cirque Du Soleil (existe um passeio guiado pelo teatro onde fotos não são permitidas).

E é de uma das plataformas do Hollywood & Highland Center, o complexo que fica junto ao teatro, que dá para ver bem distante o famoso letreiro de Hollywood. Lá também tem estacionamento, várias lojinhas, restaurantes e outras atrações (Mas saiba que em dias de céu não tão aberto, fica impossível observar o letreiro deste ponto e vários turístas saem de lá um tanto frustados. Olhe aqui para ver como ficou a minha).

Mas se você assim como eu, ama cinema, pode fazer tours guiados por alguns deles.  Eu fiz os dois tipos disponíveis na Warner (falei aqui) que dizem ser o melhor, mas ainda tem o tour da Universal e o da Paramount Studios. E quem tiver algum dia livre, pode aproveitar para ver a gravação de algum seriado sem pagar nada, é só reservar seu ingresso neste site.

Além dos estúdios, exitem o museu do Hollywood Museum (que tem coisas bem interessantes, mas o cheiro de mofo lá dentro é praticamente insuportável – fiz post dele aqui), o Grammy Museum  e o famoso museu de cera Madame Tussauds para quem quer tirar fotos com as estátuas dos artistas (tem umas que são perfeitinhas). Mas, se sua paixão por celebridades for grande, pode comprar um mapinha e descobrir onde ficam as casas dos famosos (não fiz isso..rs).

Agora depois de tanto cinema, chegou a hora de mais cultura, e mesmo quem não goste de museu, não pode sair de L.A sem visitar o The Getty Center (falei dele aqui). O museu é um dos lugares mais lindos que já vi em toda minha vida. A arquitetura do lugar é fantástica e impossível não sair de lá babando. E para quem não quer gastar com museu, fica tranuilo que é grátis. Pena que não tive tempo de ir também no The Getty Villa em Malibu, mas com certeza ficará para a próxima viagem. E se você adora museu, marque na agenda também o Natural History Museum e o LACMA.

Agora o que eu gosto mesmo de fazer é andar sem destino por LA e região. É absurda a diferença de estilo de um canto para o outro. Passamos por ruas bem feias no centro da cidade e outras incrivelmente perfeitas em Beverly Hills e Bel Air. Como eu gosto de viajar par aver coisa bonita, ficar em Beverly Hills desta vez foi a melhor coisa. Todos os dias após os passeios, deixávamos o carro no hotel e ficávamos passeando até tarde pelas ruas e jardins da região. Foi muito gostoso e completamente diferente de ter ficado naquele hotel mais distante da primeira vez!

Outro lugar que eu morria de vontade de conhecer era o campus da UCLA . E foi numa voltinha por Bell Air, antes de seguir para Santa Bárbara, que resolvemos entrar na universidade e dar uma voltinha por lá. O lugar é lindo (tem mais fotos aqui) e o clima é super gostoso. Garanto que vai ter muita gente lembrando da adolescencia se imaginado naqueles filmes de seção da tarde. Quem passar por lá não pode deixar de passear pela loja da UCLA, um verdadeiro shopping de suveniers (tem até foto autografada das líderes de torcida kkk), roupas, papelaria e informática. Adorei e fiquei morrendo de vontade de estudar lá!

Aqui você pode encontar mais detalhes de todas as atrações disponíveis. Tem muita coisa legal, é só se programar. Eu mesma deixei de fazer muuuuita coisa que queria por falta de tempo. Por isso que quando leio por aí que ficar 4 dias em L.A. é muita coisa eu fica maluquinha…rsrs. Acho que só sobra tempo para quem quiser fazer apenas o passeio básico de turista mesmo. Se este é o seu caso, com certeza 2 dias são suficiente na cidade.

Quem ficar mais dias pode ir a Disneyland, passar o dia em Santa Bárbara, ver o por do sol em Vênice Beach, conhecer Passadena, ou ainda visita San Diego, que é uma graça, tem um zoológico lindo (mostrei aqui) e fica a menos de 3 horas da L.A.

Opções de bons restaurantes não faltam pela região. Do mais badalado ao fast food, tem opções para todos os gostos e bolsos.

Já comentei aqui que sempre que estou sem tempo de escolher os restaurante, acabo me rendendo a um conhecido (seja um Cheesecake Factory, Olive Garden, Hooters ou alguma lanchonete) e desta vez não foi diferente.

Sorte que em um dos almoços demos uma espacadinha do horário corrido para pegar uma filinha básica no famoso The Ivy (que depois de tanto falarem que é um dos premiados e preferidos pelas celebridados locais, elas devem ter é fugido dos turistas..rs). Depois de 40 minutos de espera pudemos entrar e escolher nossos prato. Escolhi um gnochi bem gostoso e o marido pediu carne. O local é uma gracinha, com salas decoradas e várias reportagens sobre os prêmios espalhadas pelas paredes do corredor. Os pratos eram gostosinhos, mas o atendimento não gostei nenhum pouco (erraram o pedido, demoraram no atendimento e outras coisinhas mais). Confesso que esperava mais.

Outra sorte que demos foi que no nosso hotel Luxe Beverly Hills, tinha um restaurante bem gostosinho, o Café Rodeo. Jantamos lá no primeiro dia e meu prato estava um escândalo de bom. Pena que nas outras noites estávamos fora e não deu para repetir o pedido.

Para quem tiver mais tempo de pesquisar, aqui, achei boas dicas de restaurante. Um dos que achei mais interessante e que também vi em São Francisco foi o The Stinking Rose (sim, o nome é este mesmo…rs), onde o alho está presente até nas sobremesas (não passe por lá se estiver em Lua de mel..rs). Já para quem estiver fazendo compras, os shoppings tem várias e boas opções. Ou ainda para quem quer algo diferente, ainda tem o famoso Farmers Market.

Se seu negócio é comprar, está em um dos melhores lugares. Los Angeles e região é repleta de shoppings, outlets e lojas para todos os gostos. O imposto não é um dos melhores, mas as opções são ótimas.

Quem quiser economizar pode começar pelos grandes outlets (tem aqui). Entre antes no site de cada um e imprima o voucher que dá direito a um book de cupons de desconto.  Para as leitoras do MakeUp Atelier e apaixonada por cosméticos, saibam que lá tem Ulta, Sephora, Target e várias farmácias espalhadas por todo os cantos, além de lojas de cosméticos específicas para cinema.

E quem quer grife, preparem os cartões. Lojas dos maiores estilistas do mundo estão espalhadas pelos shoppings, boulevard e ruas graciosas. Um dos meus passeios preferidos é ficar andando o olhando as vitrines de Beverly Hills, uma verdadeira terapia rsrs. E para comprar, passear e comer alguma coisinha em um só lugar, vale apena passar um tempinho no The Groove, é um shopping aberto que é uma graça. Além, é claro, das grandes lojas de departamento como Bloomingdales, Sak’s e Barneys NY.

Chegando e saindo…

Infelizmente não existem voos diretos do Brasil para Los Angeles e cada empresa faz conexão em algum lugar (Miami, Dallas, NY, Atlanta). Como acho que o voo para lá é mega cansativo e junta com a mudança considerável no fuso, eu sempre opto por visitar alguma cidade na conexão. Na primeira vez fiquei uns dias em NY (depois teve San Diego e Las Vegas) e agora fiquei uns dias em Dallas (contei aqui).  Da próxima pretendo parar em Atlanta, pois morro de vontade de conhecer.

Ainda farei posts sobre os passeios em detalhes e sobre minha parada por várias cidade, até chegar em São Francisco Foi incríiiivel este roteiro. Então aguarde….Em breve neste mesmo blog, nesta mesma catgoria ;)

Veja também alguns posts úteis para quem está programando sua viagem para os Estados Unidos

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