Ainda estou devendo 90% dos posts da minha viagem pela Califórnia. Mas como muita gente está pedindo dicas de algo diferente para fazer em Miami ( o principal destino dos leitores que vão para os EUA), resolvi pular umas etapas e falar sobre um museu que conheci o ano passado e amei.
Já tinha ido para Miami várias vezes e nunca me lembrava de ir ao tal Museu. Foi ai que minha amiga Cibele deu a dica e disse que tinha amado o local.
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Como desta última vez eu só passaria pela cidade para pegar um voo para o Brasil, aproveitamos para pegar um hotel do lado do aeroporto e nem carro alugamos. Meu único compromisso cultural seria conhecer o tal Vizcaya Museum.
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Nunca tinha ficado sem carro em Miami, então pegamos um taxi e fomos direto para o museu. A corrida do hotel (do lado do aeroporto) até lá deu 19 dólares e chegamos por volta das 11 da manhã debaixo de um sol já escaldante.
Na entrada do museu você compra os tickets e recebe um pequeno mapa junto com as instruções de não fotografar no interior da casa. Câmera na bolsa era hora de adentrar o pequeno palácio.
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O Vizcaya era a residência de inverno de James Deering, vice-presidente da Internacional Harvester. Foi construída entre 1914 e 1916 no estilo das villas renascença italiana. a casa e os jardins foram criados por 3 arquitetos e a mobília foi comprada por Deering em suas viagens pela Europa.
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As fotos internas não são permitidas, mas ver aqueles quartos decorados de forma tão diferentes um dos outros é bem interessante. Apesar do estilo e da época, a casa tinha aquecimento central, elevadores e refrigeração. Com a morte de Deering, alguns empregados mantiveram a casa até grande furação de 1952 onde ele foi parcialmente danificada. Em 1952 o município de Miami Dade adquiriu a propriedade e inaugurou-a como um museu de uma residência histórica.
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Se a parte interna tem dois andares repleto de móveis e objetos decorativos, a parte mais emocionante é o lado de fora. Os jardins, as piscinas, e as estátuas nos fazem esquecer que estamos no meio de Miami. O verde exuberante da vegetação contrasta lindamente com o azul do céu e do mar.
Para quem quiser ter a noção do espaço externo, coloquei um mapinha da propriedade aqui. Os jardins são tão perfeitos que apesar do museu estar vazio, lá fora umas 4 noivas e umas 8 debutantes posavam para seus fotógrafos em vestidos de princesas. Até um ensaio de moda praia acabamos acompanhando.
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Mas a minha parte preferida mesmo é o “Grande Barco” de pedra na Baía de Biscayne. Tão lindo, tão diferente que se não fosse o sol escaldante, teria passado horas sentada nas pedras e olhando para aquele cenário.
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Nunca peguei Miami no inverno, mas acredito que para ter uma boa visão disso tudo é necessário um dia sem chuva e com tempo bom. Mas como o espaço é enorme e ao ar livre, prepare-se com um bom protetor solar.
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Quando você cansar de andar e estiver morrendo de calor, é hora de procurar o restaurante e curtir um clima fresquinho, tomar um suquinho ou almoçar para valer. O ambiente é delicioso e ainda tem uma lojinha cheia de lembrancinhas e livros de arte.
Para quem quiser ver um pouco mais desta beleza, coloquei outras fotos aqui. E sempre que vejo as imagens agradeço minha amiga por ter dado a dica e poder conhecer este lugar deslumbrante no meio da Miami que não me conquista tanto como eu gostaria.
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Como chegar: Quem estiver de carro pode ficar tranquilo que tem estacionamento. Caso contrário da para ir da taxi, ônibus (uns 5 min) ou metrô (10 min a pé).
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Informações: O museu funciona das 9:30-16:30 e não abre as terças, Natal e Ação de Graças – A entrada custa 12 dólares por pessoa e criança para meia.
3251 South Miami Avenue – Miami, Florida 33129 – Consulte o site do Museu
aqui
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