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Sapato tipo exportação…ou como andar confortável em sua viagem

Category : Dicas, Moda, Turismo

Um post diferente do que estou acostumada fazer mas acredito que possa servir de inspiração para mais mulheres.

Ontem estava falando com o pessoal do evento sobre como sou apaixonada pelas sapatilhas da Capodarte e que meu post falando sobre estas belezinha (tem aqui) faz um sucesso absurdo de gente que cai aqui do blog procurando por “sapatilhas corfortáveis”. E como vocês sempre me pedem dicas sobre o que levar na mala nas viagens, resolvi postar algumas fotinhos com minha amada sapatilha (tenho várias cores e estou louca pela coral para o verão).

Vejo a mulherada indo viajar para o exterior e levando 50 pares de sapatos, saltos enormes e acho uma loucura. Amo sapatos e amo saltão, mas em viagens o que eu quero mais é conforto e ocupar pouco espaço na mala. Sempre levo um (ou dois para intercalar se for usar todo dia) par de sapatilhas, um scarpin preto (ou nude) de salto e se for rolar um friozinho, levo uma bota. E ai se for o caso, aproveito para comprar algum sapato durante a viagem.

Como já disse no outro post, as sapatilhas da Capodarte são as mais confortáveis que já usei (né Cinthya Rachel). A palmilha dela é parecida com palmilha de tênis e deixa tudo muuuuito cofortável para quem vai passar grande parte do tempo andando de um lado para o outro. Afinal, de nada adianta você andar com sapatilha incrível ou rasteirinha mega fashion se a palmilha for dura e não rolar conforto algum (não…isto não é um publieditorial, é amor mesmo rs).

Agora a não esqueça de amaciar a sapatilha (ou qualquer) antes de viajar, pois na primeira semana ela machuca um pouco mesmo, principalmente quem é como meu e tem os pé mega sensíveis e sucetíveis a bolhas horríveis.

Então ai vai uma seleção de looks usados na minha última viagem,  com uma das minhas sapatilhas amadas.

Para visitar um museu ou a universidade, escolhi uma mini saia com blusa, com ou sem blaizer. O tempo estava agradável com ventinho, mas eu morro de frio. Enquanto tinha gente morrendo de andar em cima de um mega salto, outras com tênis de academia, eu estava lá confortável, subindo quinhentas rampas e escada, mas  arrumadinha.

Para os dias de calor, a saia ou shorts  vem acompanhados de regata. A sapatilha acompanha bem e deixa o look de verão, mais comportadinho e arrumado. O salto fica guardado para algum passeio a noite ou quando não pretendo passar o dia caminhando.

Nestes dias de sol forte, a sapatilha só foi um problema hora que a pessoa em que vos fala esqueceu o protetor solar e está até hoje com a marca no pé e os dedos brancos (ainda mais brancos rs). Portanto, não ande no sol de sapatilha e sem protetor rs.

Mas minhas “pretinhas fofas” também vão bem nos dias mais frios. Com blusa de lãzinha e pashmina ou com meia calça grossa e trench coat. Se o frio for muito, ai só uma bota mesmo para dar conta do recado (sem salto se for andanr muito heim!).

E no restante da mala, peças que se combinem entre si, que amassem pouco, cores neutras e tecidos que vistam bem tanto durante o dia quanto a noite. Aproveito e levos alguns lenços de seda, lãzinha ou cachecol se dor frio, eles são ótimos para atualizar o look e segurar o ventinho da noite. Com as bolsas, faço o mesmo que os sapatos, levo uma básica que caiba tudo e uma cluch para a noite. Assim dá para comprar mais por lá e não ter que voltar com 10 malas.

Aliás, quando saio do hotel cedo e só vou retornar a noite, sempre levo na bolsa uma meia calça preta e uma pashmina, com isso dá até para seguir direto para um jantarzinho mais light sem problemas.

Agora quem tiver disposição $$$ para pagar excesso de bagagem e algum ajudante para carregar as malas, pode esquecer tudo que eu disse acima e levar 50 pares de sapatos…hahahah. Eu passo !!! (somos um casal moderno….cada um carrega as suas próprias malas e deixo o $$ do excesso para gastar na apple..ahah)

Moda | Desejo de inverno

Category : Moda

Já tinha visto algumas fotos do desfile da Versace no início do ano. Achei os casacos, blazers e saias incríveis e salvei algumas imagens na minha pasta de desejos.

https://lh3.googleusercontent.com/-w1ZjhaDXOc8/ThYzAsV2utI/AAAAAAAAG7I/ohe81HYInq4/s876/versace1.jpg

Mas ei que chega esse frio absurdo e delicioso e dou de cara com um dos modelos que mais amei na Harper’s Bazaar de Junho.

Sou apaixonada por casacos e jaquetas com este tipo de corte. Este que saiu da revista, é meu  modelo preferido. Muito bem cortado, estilo militar, acinturado e em preto com dourado. Definitivamente meu sonho de consumo.

Outros dois looks que me deixaram bem maluquinha são estes abaixo. Dá vontade de copiar na hora.

https://lh6.googleusercontent.com/-TOa1YZOl6d4/ThYzAQ_ev-I/AAAAAAAAG7E/sUr715FFau4/s884/versace3.jpg

O modelo de couro parece na verdade  jaqueta e saia, mas bem que poderia ser um casaco é incrível e o branquinho dá um ar clean ao frio. Em conjunto com a open boot, deixou o look atual e super feminino.

O tipo de roupa que deixa toda mulher elegante e bem vestida por mais que esteja frio.

Tenho alguns casacos parecidos, mas infelizmente são da Zara e não da Versace. Aliás acho que tenho uns 7 casacos da Zara, aqui no brasil acho o melhor custo benefício.

Apesar de que no início do ano, comprei dois modelos na H&M que paguei uma pechincha e fiquei apaixonada. Não paguei nem 60 dólares.

E aí, alguém tem alguma dica de lojas nacionais ou internacionais com casacos incríveis e preços interessantes ?

Moda | As bolsas de Marc

Category : Moda

Quem é leitora do MakeUp Atelier, acha que minha maior paixão são as maquiagens. Mas posso garantir que se tem uma coisa que realmente me deixa louca é bolsa. Sou apaixonada por bolsas de todos os tipos e elas conseguem me fascinar mais do que sapatos, acreditem.

Em 2009 comprei minha primeira bolsa da marca Marc By Marc Jacobs, que para quem não conhece, é a segunda marca e mais barata do talentosíssimo estilista Marc Jacobs. Até então eu nunca tinha dado bola para esta segunda marca, achando que a qualidade não seria aquelas coisas, já que o preço é em média 40% mais em conta do que a coleção que leva o nome do estilista.

Mas estava completamente enganada e depois da primeira, não parei mais. Tenho bolsa da coleção principal do Marc e digo que a qualidade entre as duas é extremamente compatível. O que vai mudar mesmo é o design que da principal é mais trabalhado e exclusivo.

As linhas são separadas por nomes, Bianca, Classic Q, Preppy, Lady Drawstring, House os MBM, Totally Turnlock entre outras. O diferencial é o estilo, ferragens e acabamentos internos.Eu sempre acabo escolhendo as minhas pelo tamanho e ferragem, preferencialmente em dourado.

A Classic Q é uma linha mais básica, com modelos atemporais e ferragens lindas imitando plaquinhas de identificação.

https://lh6.googleusercontent.com/-NlMeZitrfYk/ThNWHGLGZAI/AAAAAAAAG24/45cTt331jzU/s824/marcjacobs6.jpg

A Baby Groove é uma fofura. Em creme com dourado combina com tudo. Tem um tamanho bom sem exagero, pode ser usada com bolsa de mão ou com a alça maior no ombro. É muito bem feita e os detalhes são lindos. É a bolsa que mais uso no verão acompanhada de um look mais colorido.

https://lh5.googleusercontent.com/-wWnS1o-Sv6k/ThNWDIzpN1I/AAAAAAAAG2s/VADkNzMEDqA/s951/marcjacobs3.jpg

A Hillier hobo é a bolsa que eu mais uso. Preta básica, pode ser usada nas mãos ou no ombro. É leve e cabe um monte de coisa.

A Bianca é uma linha mais minimalistas, com cortes retos e detalhe para o fecho diferenciado. A linha tem bolsas de todos os tamanhos, clush, média e grandonas. É a minha coleção favorita.

https://lh4.googleusercontent.com/-HWT1bGRkc9g/ThNWFCgY6eI/AAAAAAAAG2w/P5YtEC35fGs/s763/marcjacobs4.jpg

A top handle bag, foi minha última aquisição, uso bastante quando quero ficar mais tempo com as mãos livres, já que ela também pode ser usada transpassada. A cor camelo é linda e super versátil. A preta do mesmo modelo é lindíssima. Tem duas divisões e um bolso com zíper no meio.

https://lh3.googleusercontent.com/-0QzDGinc8AY/ThNWJIaTJ8I/AAAAAAAAG3A/gL8oUG7am-o/s948/marcjacobs7.jpg

A Hayley Tote foi amor a primeira vista,grande e mega espaçosa. Tem um zíper grande para fechar e nenhuma divisão. É o tipo de bolsa mais arrumadinha e que cabe tudo. O bolso frontal ertruturado é ótimo e útil para guardar telefone e estar sempre a mão.

A qualidade das bolsas é muito boa. O couro é italiano, tem toque super macio e o acabamento é de primeira. Uso muito as minhas e até agora as ferragens estão em perfeito estado.

O preço, acho completamente justo pelo design e qualidade se pensarmos que aqui no Brasil uma bolsa da Arezzo, Santa Lola custa praticamente o mesmo valor. Acho que é uma ótima compra para uma bolsa durável para o dia a dia.

A próxima que estou de olho é esta aqui. Amei muito.

Onde ? Quem estiver fora, pode achar os modelos em lojas de departamento como Saks, Nordstron e Bloomingdales. Ou ainda comprar no site My Wardrobe (tem aqui) e receber em casa.

Quanto ? Tem modelos pequenos e mais simples, a partir de 150 dólares, mas a maioria dos modelos legais ficam entre 390 e 490 dólares.

Moda | Joia ou arte ?

Category : Cultura, Moda

Já falei sobre moda, já postei sobre bijoux e agora vou falar sobre joia. E não por ser apenas uma joia, mas por ser uma obra de arte inspirada em um grande artista  brasileiro.

Recebi este release, me encantei e decidi dividir um pouquinho da história com vocês, além de mostras duas peças lindíssimas da coleção. Uma designer apaixonada por moda não poderia deixar passar batido né ?

“Roberto Burle Marx (1909-1994) ficou conhecido pelos jardins que projetou mundo afora, mas sua arte não se restringiu aos canteiros de plantas. Foi também pintor, escultor, exímio chef de cozinha e cantor de ópera, autor de painéis de azulejos, tapeçarias, arranjos florais e um incrível designer de joias. Multiartista incansável, ele trabalhava muito e dormia pouco.

Roberto começou a desenhar joias em 1948. Caprichava nos traços feitos com giz colorido sobre cartão preto, assinando e numerando cada um deles. Criava e seu irmão Haroldo Burle Marx, gemólogo, executava as peças. De Roberto sempre se esperou ousadia e ele não decepcionou ao fugir dos modelos de joias tradicionais e enveredar pelo design de formas abstratas e assimétricas.

Como nos jardins que projetava, sua joia trabalhava proporções, com alto e baixo relevo. Explorava o jogo de cores, que podia acontecer com o uso de diferentes pedras ou de texturas no ouro. Também lançou um novo tipo de lapidação, que abolia a perfeição geométrica das facetas e explorava volumes arredondados, como se fossem morros no horizonte. A natureza sempre foi sua maior fonte de inspiração.

A coleção Roberto Burle Marx por H.Stern presta uma homenagem a esse artista e também sela uma relação de longa data entre duas famílias. Os Stern vieram para o Brasil em 1939 e foram acolhidos na casa da família Burle Marx, no Leme, Rio. A ligação entre as duas famílias levou a H.Stern a adquirir, em 2006, o direito sobre as criações de Roberto Burle Marx para joias, que são agora reinterpretadas pelos designers da joalheria.”

https://lh3.googleusercontent.com/_QiBKM6tmy_w/TZ5C6Z-7LOI/AAAAAAAAGEU/g84p7pM6WFA/s767/hsternburle3.jpg

As joias Roberto Burle Marx por H.Stern

Seus desenhos exploravam as linhas retas e por vezes seguiam as formas arredondadas da natureza. No verso de cada desenho, estavam registrados uma sigla e um número. A sigla definia o tipo de joia: P indicava pulseira; C, colar. O número indicava a quantidade de peças projetadas até então e o ano.

Alguns desses desenhos inspiraram a H.Stern a criar uma coleção, que reúne 26 novas peças, divididas em 5 linhas, batizadas com nomes que remetem ao mundo de Burle Marx. Há brincos, colares, anéis e pulseiras de ouro amarelo, ouro branco, diamantes em diversos tons e também granadas vermelho-fogo. Confira:

Caminhos: Burle Marx gostava de criar joias com formas geométricas que se encaixavam. É algo encontrado também em suas calçadas, incluindo aquelas da Praia de Copacabana. Um desenho em especial, o da pulseira P-390/62, de 1962, remete a caminhos que se encontram, que se cruzam e que se encaixam, num ir e vir sem fim, tal qual as joias lançadas agora.

As joias H.Stern são formadas por elementos geométricos de ouro branco polido e diamantes. Nas pulseiras, uma brincadeira: os elementos se soltam e as pulseiras “desmontam”, como num divertido quebra-cabeças. Há anéis em três tamanhos e três modelos de brincos, o maior deles em forma de uma meia-argola.

Grafismo: Ao criar joias, painéis de azulejos, tapetes ou toalhas de mesa, Burle Marx costumava repetir padrões geométricos: quadradinhos, ondas, triângulos. Um padrão frequente, na forma de gravata borboleta, pode ser visto num painel colorido instalado na Florida, EUA, entre outras obras. Essa forma encantou os designers da H.Stern e a partir dela surgiram anéis, brincos e uma pulseira.

Os anéis são formados por duas placas de ouro sobrepostas, que abraçam o dedo sem fechar totalmente o aro, como ocorre nos anéis em geral. Há dois modelos de ouro amarelo e dois de ouro branco com diamantes. O acabamento é texturizado na parte externa das peças e polido internamente.

O par de brincos, de ouro amarelo, é formado pela repetição do mesmo desenho vazado, em degradê de tamanhos, assim como na pulseira rígida que ganhou uma turmalina verde em lapidação cabouchon no fecho.

Luz e Sombra: O uso da iluminação em contraponto à sua ausência era uma das preocupações de Burle Marx. O claro-escuro nas pinturas ou o jogo de luz e sombra dos jardins teve seu paralelo no mundo das joias: Burle Marx criava espaços vazados para que o tom da pele contrastasse com o do ouro.

A partir do desenho P-306/62, de uma pulseira de 1962, surgiram as joias Luz e Sombra, com elementos geométricos de ouro amarelo dispostos de forma a deixar espaços vazados. São dois pares de brincos (um modelo longo e outro colado à orelha), um anel e um bracelete largo, impactante. Todas as peças trazem como detalhe um pequeno diamante negro quadrado (lapidação princess) reforça o efeito de pontos escuros sobre o brilho do ouro.

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Pedra do Fogo: Quando projetava jardins, Burle Marx gostava de usar plantas nativas do Brasil. Nas joias, procurava usar pedras encontradas em jazidas brasileiras, como águas-marinhas, turmalinas e ametistas. A granada, também conhecida como Pedra do Fogo por conta do seu vermelho-vivo, foi protagonista de inúmeras joias assinadas por ele.

E é a granada que aparece na coleção da H.Stern. Várias delas, usadas simultaneamente, formam um pendente – um design inspirado no colar C-251/63, assinado por Burle Marx. As pedras são quadradas na base e arredondadas no topo. Há também anéis e um par de brincos pequeno, que fica coladinho ao lóbulo.

Acompanham essa linha um anel maleável e um incrível colar formado por folhas de ouro, moldadas como se fossem folhas de uma planta, inspiração tirada a partir do desenho de um broche, número BH260/62, de 1962.

Jardim de Pedras: As pedras são um capítulo de amor à parte na história de Burle Marx. Nos jardins, o paisagista projetou canteiros onde pedras arredondadas ou retangulares de diferentes alturas substituem as plantas, como ocorre nos jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Nas artes, esculpiu inúmeras imagens em pedra. E nas joias, Burle Marx criou uma lapidação em que a gema ganhava formas abstratas e arredondadas, como morros no horizonte.

Nas joias da H.Stern, as peças batizadas com o nome Jardim de Pedras saíram de um desenho abstrato, o da pulseira P-399/62. Mas incorporam os altos e baixos encontrados nos canteiros de pedras. Anel e um par de brincos foram montados com cores, tamanhos e formatos diferentes de diamantes. Brilhantes em tons de cognac e lapidação redonda se contrapõem a diamantes baguettes (lapidação retangular) e diamantes negros em formas quadradas (lapidação princess), formando um belíssimo jardim de pedras preciosas.

Onde ?

As joias da Coleção Roberto Burle Marx por H.Stern estarão à venda inicialmente apenas nas lojas da H.Stern do Rio de Janeiro e de São Paulo.

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