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Postado por Cinthia Ferreira em 11-maio-2017

Luzern (Lucerna – Suíça)| Dicas de hotel, passeios e o que fazer na cidade.

Europa, Luzern, MInhas Viagens, Suiça, Turismo, Videos

Ontem mostrei o nosso hotel castelo em Luzern (Lucerna), hoje contarei mais sobre a cidade. Como chegar, os passeios imperdíveis, onde comer e o que achamos de cada atração. A cidade faz parte da Suíça Alemã, é maravilhosa e perfeita para quem vai passar por Berna ou Zurique.

Mas antes de ler este post, aperte o play (ou clique aqui) e faça um tour conosco por Luzern.

Gostaram do vídeo ? Então veja aqui todos os nossos vídeos sobre a Suíça 

Então vamos a mais dicas….
Como chegar e se locomover em Luzern (Lucerna)…

Luzern fica pertinho de Zurique e seu movimentado aeroporto. Menos de 50 minutos de trem ou de carro. Luzern também fica perto da capital Bern e de Basel (post aqui). O aeroporto local mais próximo é o Buochs Airport.

Luzern também é ponto de partida do trem panorâmico que faz a rota Luzern, Interlaken e Montreux e tem paisagens perfeitas. Nós fizemos este passeio e contarei em breve.

Nós chegamos de trem na estação central, pegamos o ônibus na frente da estação e paramos na frente do ponto do nosso hotel. Assim como todas as cidades da Suíça que passamos o transporte público é ótimo, moderno, bem sinalizado e fácil de usar. Usávamos o google maps e o aplicativo oficial SBB Mobile que tem  horários de todos os ônibus e trens e é ótimo.

Rail Europe - O melhor lugar para sua viagem de trem

Idioma falado em Luzern…

Luzern também faz parte da Suíça Alemã e o idioma falado por lá é o alemão mas a maioria dos locais turístico também fala inglês. A moeda é o Franco Suíço mas vários lugares aceitam Euros (mas devolvem o troco em Franco)

Onde se hospedar em Luzern…

Alguns dizem que o melhor lugar para se hospedar em Luzern é no centro da cidade, ao redor do lago e com opções para todos os gostos, mas nós queríamos mesmo é ficar no alto da montanha com a vista todinha a nossa disposição. Escolhemos o Hotel Château Gütsch Luzern pois além de ser Valentine’s Day e acharmos romântico depois passar este dia em um castelo do século 19, a vista é realmente espetacular.

Veja aqui o nosso post sobre o Hotel Château Gütsch 

Veja aqui os outros hotéis de Luzern. 

O que fazer em Luzern…

Luzern é uma cidade encantadora demais e a paisagem é uma das melhores coisas a observar. Seja no castelo, nas torres, no lago, a vista é sempre espetacular. Misturar Alpes Suíços com lagos de cisnes não pode ficar ruim né ?

Alguns pontos imperdíveis da cidade…

Monte Pilatus (estação Kriens) – PILATUS-BAHNEN AG Schlossweg 1 6010 Kriens

Não é exatamente em Luzern, mas na cidade coladinha a ela, Kriens. É de lá que saem os bondinhos que nos levam ao pico do Monte Pilatus. No video acima eu mostrei como chegamos até lá. Do nosso hotel até o embarque não deu nem 20 minutos.

Você pode subir o Monte Pilatus para esquiar ou apenas para observar a paisagem, comer nos restaurantes ou até mesmo se hospedar em um dos hotéis que ficam no alto da montanha.

A viagem saindo do embarque em Kriens é feita em 3 etapas. As duas primeiras partes em gôndolas panorâmicas que cabem umas 4 ou 6 pessoas (trajeto Kriens – Krienseregg – Fräkmüntegg) e a terceira em um bonde bem grande (Aerial Cableway Fräkmüntegg) que parte de 15 em 15 minutos. Com certeza é a parte mais emocionante subindo e descendo.

O ticket deve ser comprado no guichê de Kriens e lá você deve dizer se quer subir até o topo ou não. Se estiver nublado pode não valer a pena fazer o passeio completo.

No nosso caso, tínhamos o Swiss Pass e a entrada era free até o topo. O que valeu super a pena pois o passeio é um tanto caro. Isso muda de acordo com a temporada, então consulte o site ou o guichê.

Quem for no verão (e tiver coragem rs) ainda tem a opção de subir em um trem que circula a montanha e é o mais inclinados do mundo, a Cogwheel railway e só abre no verão. Eu estava dois para fazer este passeio mas ele só volta a funcionar agora em Maio (afinal, imaginem os trilhos cobertos de neve).

A vista do Monte Pilatus é linda. Por ele não ter tão alto (sim, há vários outros picos bem mais altos na Suíça como o Zermatt que falarei em breve) conseguimos ter a vista dos lagos e da cidade e é fantástico.

Lá em cima tem lanchonete, restaurante, dois hotéis, lojinhas e trilhas. Nós fizemos a trilha por dentro das montanhas e subimos até a parte mais alta do Pilatus. Ficamos um média 2 horas lá em cima e pegamos os bondinhos para voltar.

Quem tiver mais tempo em Luzern também pode aproveitar para conhecer o Titlis em Engelberg, outro pico dos Alpes super famoso e cheio de atrações. O pessoal do hotel disse que uma ida e volta até lá demora umas 3 horas + o tempo do passeio em sí.

As Nove Torres (The Nine Towers ou Museggmauer)

Este é o tipo de passeio que uns amam e outros odeiam, mas nós amamos. o dia estava azul, friozinho e nada melhor do que bater perna pela cidade. As Nove Torres (Nölliturm, Männliturm, Luegislandturm Wachtturm, Zeitturm, Schirmerturm, Pulverturm, Allenwindenturm e Dächliturm) são parte da antiga muralha da cidade velha e dá para subir em algumas delas.

Nossa intenção era subir pelo menos na torre do relógio (Zeitturm) onde se encontra um relógio construído por Hans Luter em 1535. Mas por ser inverno, ela estava fechada.

Além da torre do relógio outras outras torres ficam abertas ao público na temporada. No site oficial você pode baixar um pdf (em alemão) com todas as atividades das torres.

Mesmo assim valeu muito a pena o cansaço de subir a escadarias pelo lado de fora, contornar a muralha, voltar por dentro e depois descer para sair no centro velho da cidade. A vista é linda e a construção é magnífica. Se você não liga de caminhar um pouco, faça o passeio pois na minha opinião é imperdível.

Museggmauer – Torres abertas ao público: Männliturm, Zytturm, Wachtturm e Schirmerturm – De 1 de abril até  01 de novembro são Männliturm, Zytturm das 8 as 19h.

Monumento do Leão de Lucerna ou Löwendenkmal 

Sabem aquela emoção de ver algo que você só conhecia por fotos e se surpreender demais ? Pois foi isso que aconteceu. A escultura do leão projetada por Bertel Thorvaldsen, esculpida na pedra bruta é tão fantástica, gigante e bem feita que quando as pessoas (eu inclusive) chegam perto, rola um segundo de silêncio, seguido de um “uauuu”. Sim, é maravilhoso e imperdível.

Um gigantesco leão empalado com uma lança em cima de um escudo com a flor de liz, símbolo da monarquia francesa que homenageia os soldado suíços abatidos em 1792 durante a Revolução Francesa. É triste, realista e ao mesmo tempo majestoso.

Uma parte da história disponível nos site oficial…

“Antes de completar o monumento, o artista, Bertel Thorvaldsen, foi informado de que não havia dinheiro suficiente para pagar os seus serviços e que não seria totalmente pago pelo seu trabalho. Thorvaldsen queria fazer uma declaração pública sobre seu desdém pela situação. Por respeito aos soldados caídos ele escolheu não danificar a escultura em si e decidiu, em vez disso, mudar a forma do recanto onde o leão estava dentro. A borda externa permanece na forma de um porco até hoje; Uma mensagem sutil mas clara de seus sentimentos.”

Curiosidades: Na área do leão há banheiros públicos bem diferentes Cabines de metal que aparentemente só tem o vaso sanitários mas no final tanto a torneira quando os sabonete e o papel ficam escondidinhos na parede. A Suíça é cheia de banheiros diferentões.

Ao lado da estátua está o Glacier Garden, passeio interessante para a criançada.

Löwendenkmal – Denkmalstrasse 4, 6002 Luzern, Suíça

Hotel Château Gütsch Luzern, sim, o nosso hotel é um dos pontos mais procurados pelos visitante. A vista é a melhor da cidade e você só paga 2,50 para subir no funicular (ou não paga nada se estiver com o Swiss Pass).

Suba para babar na vista, jantar ou conhecer o bar que é lindo. Veja o post sobre ele aqui.

Château Gütsch e Funicular – Kanonenstrasse, 6003 Lucerna, Suíça

Passeios pelo lago…

Há inúmeros passeios de barco pelo lago de Luzern. Passeios com refeição, passeios rápidos para todos os gostos. A maioria deles é paga, mas quem tem o Swiss Pass pode fazer um dos passeios de graça.

Como nós já tínhamos feito o este passeio em Lausanne e tínhamos pouco tempo na cidade, não fizemos o de Luzern, mas é uma dica bem bacana para ver a cidade de um angulo diferente.

Agora se não está afim de andar de barco, caminhe pela margem do lago, sente nos bancos para observar os cisnes e o caminhar de quem passa por lá. Em um dia de sol a margem fica lotada e convidativa para uma belo passeio.

As históricas pontes de madeira de Luzern…

Kapellbrücke (Chapel Bridge)

A grande e maravilhosa Kapellbrücke, ponte que é símbolo da cidade. Foi construída  na primeira metade do século 14 como parte das fortificações da cidade e ganhou este nome pela proximidade da Capela de São Pedro.

As pinturas internas que são de XVII ilustram cenas da história suíça e a biografias dos santos patronos da cidade, St. Leodegar e St. Maurice. A dica é ver a ponte durante o pôr do sol. Ela fica ainda mais linda.

Spreuerbrücke

Passamos pela Spreuerbrücke na noite que saímos para jantar (o restaurante que fomos fica ali do lado) e no dia que seguimos para as nove torres.

Menor do que a Kapellbrücke, mas belíssima e cheia de história. A construção foi concluída em 1408 como parte da fortificação da cidade . Entre 1626 e 1635, Kaspar Meglinger fez as 67 pinturas que representam a “Dança da Morte”.

Os museus de Luzern…

Luzern também abriga vários museus como o Kunstmuseum Luzern, o Historisches Museum, o Museum Sammlung Rosengart  e outros aqui.

Veja todos as atrações de Luzern aqui e Aproveite ainda mais a cidade fazendo um dos tours disponíveis. Aqui no site oficial tem algumas opções.

Onde comer em Luzern…

Como eu disse no vídeo, nosso primeiro jantar na cidade (mostrei no vídeo) foi um tanto frustrante pois nossa pizza não era bem o que eu esperava (maldita Italia que nos acostumou mal rs), mas a cidade tem vários restaurantes interessantíssimos, conceituados e lindos.

No La Cucina, restaurante italiano do Hotel Astoria, é delicioso. Ambiente bonito, luz de velas e um menu bem interessante. O hotel ainda tem outros restaurantes super recomendados que estavam todos lotados. Então não deixe de reservar pelo menos na manhã do mesmo dia.

Ristorante La Cucina – Hotel Astoria – Pilatusstrasse 29

Já a Confeitaria Bachmann e o quiosque que eu mostrei no video é uma paradinha certeira para um almoço sem perder tempo ou um docinho local. Os pões são ótimos e os doces também. Sem contar o preço que é maravilhoso se tratando de Suíça. Tem uma unidade na estação de trem também.

Veja todos os restaurantes de Luzern aqui. 

Quantos dias ficar em Luzern…

Nós ficamos 3 dias (2 noites) mas teria ficado pelo menos mais uma noite para conseguir ir ao Titlis (leva quase o dia todo) e visitar o museu. Mas isso é apenas uma desculpa para voltar pra lá.

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Veja mais fotos de Luzern no instagram @spicyvanillanomundo e na hashtag #SpicyVanillaNaSuiça

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Mais posts sobre a Suíça

Postado por Cinthia Ferreira em 10-maio-2017

Dica de Hotel | Hotel Château Gütsch em Luzern (Lucerna) na Suiça Alemã

Europa, Hotéis, Luzern, MInhas Viagens, Suiça, Turismo

Continuando nossa viagem pela Suíça, hoje eu falo mais do Hotel Château Gütsch Luzern, nosso hotel castelo em Luzern (Lucerna). Passamos o Valintine’s Day por lá e apesar de mais simples que os outros, foi o hotel com a melhor vista da Suíça.

Veja aqui o nosso roteiro completo da Suíça

Quando começamos escolher o hotel de Luzern, a dúvida foi total. Haviam ótimas opções de 5 estrelas no centro da cidade, mas quando  vi que existia a possibilidade de nos hospedarmos em no Château Gütsch , um castelo do século 19 com a melhor vista da cidade, não pensei duas vezes e troquei as 5 pelas 4 estrelas e a paisagem fez realmente valer a pena.

A experiência já começa diferente pois para chegar até o hotel de transporte público (lembra que fizemos a Suíça toda de trem né ?) tínhamos que pegar um funicular (trem elevador) que nos levaria até o alto da montanha onde está o castelo.

O funicular hoje em dia está todo moderninho (diferente do cartaz do passado na foto acima) e muitos turistas fazem a viagem como um passeio para ver a vista, mesmo sem estar hospedado no castelo.

Como nós viajamos com o Swiss Pass (compre seu passe aqui) o funicular já estava incluso, assim como todos os transportes públicos no país, mas quem não está usando o passe, basta comprar o ticket antes de subir no funicular. Assim que estiver hospedado no hotel você ganhará um passe que dá direito ao funicular e ônibus locais durante o período da sua hospedagem.

Quem chegar ao hotel de carro deverá seguir outro caminho, subir a montanha e o estacionamento grátis fica na frente do hotel.

Château Gütsch é um local cheio de história. Além de já ter recebido a Rainha Victoria e quase (ou foi) comprado por Michel Jackson há uns 10 anos.

Não é um hotel de luxo com serviço de luxo, é um 4 estrelas bem bonitinho, renovado, misturando o estilo vitoriano com medieval e com uma vista espetacular da cidade. 

A pequena recepção é bem decorada e dá acesso ao salão de festas e ao bar.  O Wi-fi no hotel é grátis e há bebidas grátis no frigobar do quarto também.

O bar que por sinal é belíssimo. Mantém os quadros originais da época e é todo cercado de vidros com vista para a cidade. Belo tanto durante o dia quanto a noite.

O restaurante também é muito procurado pelos visitantes. A noite eles servem jantar e o mesmo espaço é utilizado para o café da manhã que é incluso na diária.

Entre as portinhas e corredores do hotel voltamos para época medieval. Paredes decoradas com a história do castelo, armaduras e demais peças ficam expostas para agradar (ou assustar) os visitantes curiosos. 

Nosso quarto era um queen (único que tinha disponível por conta do dia dos namorados – reservamos um mês antes) ficava no penúltimo último andar, na lateral do castelo. Tínhamos uma sacada com vista incrível da cidade e outra janela que dava para a área do estacionamento.

Quarto vitoriano com detalhes em tons pastel e móveis de época. Bem bonitinho para quem gosta do clima antigo, mas simples e sem luxo.

Vimos que haviam suítes bem maiores, com banheira vitoriana e bem mais bonitos e com vista de frente para o lago. Reservem com antecedência se quiser se hospedar na alta temporada.

O banheiro era espaçoso, duas pias mas com chuveiro junto com a banheira. No corredor a parte ficava o vaso sanitário com aquecedor.

Aliás, o aquecimento central funciona muito bem e mesmo com a noite super gelada não sentimos nadinha de frio.

O café da manhã, como eu disse acima, é incluso na diária. Estilo buffet, bem completo e com pratos franceses, alemães e americanos. Tudo bem variado para agradar a todos. No destaque os chás da Ronnefeldt que eu amo.

O hotel fica super bem localizado, há restaurantes perto, ponto de ônibus descendo o funicular e a estação de trem fica menos de 2km do local.

Com certeza valeu a pena nossas duas diárias por lá, o preço foi super ok e a vista é inesquecível. Se hospedando por lá ou não, pegue o funicular para observar Luzern lá de cima.

E fiquem ligados que amanhã entrará no ar o vídeo mostrando tudo do hotel e o nosso dia a dia em Luzern.  Veja aqui todos os nossos vídeos sobre a Suíça

Informações:

Hotel Château Gütsch Luzern – Kanonenstrasse, 6003 Lucerna, Suíça

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Veja mais fotos de Luzern no instagram @spicyvanillanomundo e na hashtag #SpicyVanillaNaSuiça

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Mais posts sobre a Suíça

O Spicy Vanilla esteve no Movenpick a convite do hotel

 

Postado por Cinthia Ferreira em 07-mar-2017

Nosso Roteiro de um mês na Suíça | Cidades, hotéis e restaurantes

Basel, Bern, Chur, Europa, Geneve, Gruyere, Interlaken, Lausane, lausanne, Locarno, Lugano, Luzern, MInhas Viagens, Montreux, Suiça, Turismo, Vevey, Zermatt

Mais um roteiro de viagem no ar. Começo hoje a contar mais sobre nossa viagem pela Suíça. Ficamos o mês de fevereiro inteiro no país e conhecemos dezenas de cidades incríveis. Riviera, montanhas nevadas e vales incríveis. Pegamos o fim do inverno e paisagens espetaculares.

Então, quem pensa que passar 5 dias na Suíça durante uma Eurotrip vai conhecer o país, está muito enganado, pois o país tem muito mais a oferecer. Fizemos isso há 10 anos, durante nossa primeira passagem pelo país e só agora eu posso dizer que conheci um pouco da Suíça. Decidimos ficar todos estes dias por lá para conhecer a Suíça Francesa, Italiana e Alemã. Deixamos de lado os grandes centros econômicos Geneve (que já conhecíamos) e Zurich para focar nas cidades menores, montanhas e nas paisagens perfeitas que tornam a Suíça este lugar tão especial.

Nossa viagem foi feita de forma um pouco confusa pois passaríamos muito tempo e rodaríamos todas as partes do país. Deixamos nossas malas grandes na casa de uma amiga em Vevey e passamos por lá no meio da viagem para fazer troca de roupas e viajar de trem apenas com malas pequenas. (Veja aqui as minhas dicas para viajar no inverno na Europa com malas de mão) Então vou mostrar para vocês o roteiro de forma mais prática, sem essa ida e volta que fizemos. Hoje, apenas um resumo de tudo e logo mais os posts detalhados de cada local.

Abaixo um mapinha das cidades que visitamos.

O foco da viagem foi fazer uma viagem de trem pelo país com o Swiss Travel Pass Flex First Class (compre seu passe aqui), pegando os melhores trens panorâmicos, passando por hotéis de luxo, bons restaurantes e com tudo de bom que a Suíça pode oferecer. Uma experiência inesquecível que em breve se transformará em posts aqui e vídeo aqui no meu canal do youtube 

Nosso voo desceu em Geneve e começamos a viagem pela Suíça francesa e pelo cantão de Vaud visitando Lausanne, Vevey e Montreux Riviera. A região que beira o lago Léman e é super requisitada no verão.

Abaixo um video mostrando um pouquinho de tudo. Aperte o play ou clique aqui para assistir.

Em Lausanne ficamos no famoso Beau Rivage Palace (veja nossa resenha do hotel aqui), um dos hotéis spa 5 estrelas mais históricos e belos da região, que é quase um museu com ótimas suites, serviço perfeito e restaurantes estrelados. Um deles comandado pela Chef Anne Sophie. Perfeito para quem procura luxo e um atendimento impecável. Destaque para os belíssimos salões de festas que são obras de arte. Mesmo se não se hospedar no hotel eu indico uma visita.

Também ficamos uma noite no Movenpick (veja nossa resenha do hotel aqui), hotel da famosa rede que também tem uma unidade em Lausanne na beira do lago e é uma opção mais acessível (peça os quartos renovados que estão bem bonitos e modernos).

Em Lausanne (veja todos os posts aqui) aproveitamos para pegar o barco e atravessar para a França e conhecer a cidade de Evian, que é conhecida pela famosa fonte de água mineral e é uma gracinha para passear. Veja aqui o post mostrando mais do passeio até Evian.

Passeios imperdíveis em Lausanne são o museu Olímpico, a grande catedral e o mirante da torre. Tem post aqui contando tudo de quando fomos a primeira vez. Eu diria que duas noites na cidade são suficientes para fazer rapidamente os passeios e mais um dia se quiser conhecer Evian.

Em Vevey  (fiz post com video completo do nossos passeios aqui) também ficamos um dois hotéis. O luxuoso e histórico Grand Hotel du Lac (resenha aqui)e o prático Astra Hotel que fica no centro da cidade, na frente da estação.  A cidade me surpreendeu muito, pois além de linda tem ótimos museus e restaurantes (destaque para o Ze Fork que foi um dos melhores da viagem toda).

Os destaques vão para o Le Nest, museu maravilhoso que conta a história da Nestlé, e marca o local onde a empresa começou (eles servem um brunch super bacana e o almoço durante a semana é uma delícia e tem ótimo preço), o Chaplin’s World (post aqui), museu e casa onde o ator passou seus últimos anos com a família e tem um restaurante delícia, o Museu Suiço da Câmera fotográfica – Camera Museum, que é um paraíso para quem ama fotografia, o Alimentarium, museu que conta a história e a importância da alimentação, mostra desde a origem até o funcionamento do sistema digestivo. Pegar o funicular e ver o pôr do sol e as vinculas lá do alto é um programa bem apreciado pelos viajantes.

Montreux fomos duas vezes para passar o dia e jantar, pois já conhecíamos a cidade. O pôr do sol de lá é maravilhoso e um dos passeios mais incríveis é a visita ao Chateau de Chillon (tem post aqui). A cidade tem ótimos hotéis e restaurantes, é queridinha de quem frequenta a riviera. Desta vez conhecemos o Queen Studios Experience que nunca tínhamos ido e o delicioso restaurante La Rouvenaz, indicação de um vendedor da Zara de Montreux. O local é uma graça e a comida é deliciosa.

Ainda em Vevey, pegamos um dia para conhecer a Maison Cailler, fábrica dos chocolates Cailler que fica em Broc (fiz post aqui). Durante o tour eles mostram desde a origem do chocolate até o processo de produção e embalagem. No final uma degustação dos chocolates da marca.

Depois mais algumas estações de trem para conhecer a encantadora cidade de Gruyere (fiz post com vídeo aqui), que dá nome ao fantástico queijo fabricado por lá. Visitamos a fábrica La Maison du Gruyere que conta a história do queijo e mostra a produção diária da iguaria, depois subimos para o alto da cidade e comemos um fondue incrível no concorrido e defumado Le Chalet de Gruyeres, fomos ao HR Giger Museum, artista criador do Alien o oitavo passageiro. Logo em frente do museu está a segunda unidade do bar temático do artista, o Giger Bar que merece pelo menos uma entradinha, é espetacular. Depois disso subimos até o Château de Gruyères, que por ser inverno fechou cedo, então só conhecemos por fora.

Nós fizemos o passeio de trem que tem uma vista belíssima. Dá para fazer os dois passeios no mesmo dia, mas confesso que foi um tanto corrido pois além de termos saído um tanto tarde de Vevey (umas 10:30) acabamos gastando mais tempo na fábrica de chocolate. Então, saia cedo e não fique tanto tempo na lojinha da Cailler rs.

Quem for durante o verão poderá fazer o trem do queijo ou o Train Du Chocolat. Que são trens temáticos lindinhos com restaurante.

Entre Vevey e Basel, fizemos uma parada para conhecer a capital Bern (Berna). Deixamos nossas malas no locker da estação de trem e passamos o dia na cidade. Aliás, se você está viajando de trem e não quer ficar fazendo bate e volta nem dormir em todas as cidades, deixar as malas na estação é uma ótima pedida. Os armários custam de 5 a 12 francos e suas malas ficam trancadas por um período de até 24 horas.

Almoçamos em um dos restaurantes mais procurados pelos viajantes por conta da historia e arquitetura, o Kornhauskeller, um antigo galpão de grãos que hoje em dia é um restaurante belíssimo. Já aviso que gostei muito mais do espaço do que da comida, que é OK, mas valeu a experiência.

Depois fomos passear pelo centro histórico, que é lindíssimo, vimos a torre do relógio (Zytglogge), a catedral e descemos para ver a cidade baixa e a área que ficam os ursos de Berna. A cidade é muito linda e a visita vale muito a pena. Mesmo muita gente indicando um bate e volta eu acho que uma noite na cidade teria valido a pena. Quando eu fizer o vídeo vocês verão a paisagem linda do local.

A noite seguimos para Basel (Basileia – veja os posts aqui), cidade da Suíça alemã que faz fronteira com a Alemanha e um polo cultural no país com museus, onde passamos duas noites no hotel boutique East West Hotel (veja nossa resenha aqui) que fica no lado moderninho da cidade, beirando o rio em um prédio histórico. Tivermos um tour com uma guia brasileira que mora por lá e foi uma delícia conhecer mais sobre a região.

Andamos muito pela cidade, fomos a dois museus incríveis, a Fondation Beyeler que está com uma exposição de Monet maravilhosa (acaba dia 28 de maio). A arquitetura do arquiteto Renzo Piano é perfeita. A luz que entra no museu nas paredes de vidro que dão vista para o jardim deixa a visita ainda mais agradável. Também fomos ao Museum Tinguely, com as obras maluquinhas do artista. Restaurantes não há o que reclamar, todos que conhecemos estavam maravilhosos desde o sanduíche de pretzel da frente do ponto de ônibus até o mais elegante da região. Acho que a fronteira com a Alemanha ajuda um pouco já que eu amo a comida alemã. O Kohlmanns foi dica de leitoras e além de lindo tem ótimos pratos suíços, o Kunsthalle que fica ao lado do museu tem um menu refinado, ótimo atendimento e é reduto dos artistas que visitam a região, a confeitaria Schiesser descobrimos por acaso e além de ser a mais tradicional, tem o melhor Amaretti que comemos e doces deliciosos, o restaurante Schlusselzunft fica em um prédio histórico, tem comida excelente e é considerado um dos melhores da cidade.

Onde comer em Basel na Suiça (Basileia) | Restaurantes aprovados

E já que estávamos ali do ladinho da Alemanha, não pudemos deixar de conhecer o famoso Vitra Museum e o Vitra Haus, no Vitra Campus da fábrica de móveis de design Vitra. O lugar é es-pe-ta-cu-lar. Falo que sou uma caçadora de obras do arquiteto Frank Gehry e este foi mais um para cortar da lista.  Fiquei mais impressionada mesmo com a Vitra Haus, tudo lá é lindo. Cada arquiteto com a sua colaboração e um espaço imperdível para quem ama design. Sério, é emocionante ver aquilo tudo de perto. Fomos de ônibus em meia hora do centro de Basel.

Nossa próxima parada foi Luzern (Lucerna – veja todos os posts aqui) e decidimos nos hospedar em um castelo do século XIX no alto da montanha, o Hotel Chataeu Gutsch (veja nossa resenha aqui)não é um 5 estrelas (é 4) mas tem uma vista muito privilegiada e uma história para lá de interessante (hospedou a Rainha Victoria e quase (ou foi) comprado por Michel Jackson há uns 10 anos) . O hotel foi todo renovado sem perder o estilo medieval. Para subir até o hotel (já que estávamos viajando de trem) usávamos um funicular que sai da avenida e sobe até a montanha. É muito divertido e nossa hospedagem por lá foi ótima.

Em Luzern o grande barato é caminhar pela cidade até não sentir mais os pés. Andar pelas ruas do centro antigo, atravessar as pontes de madeira, caminhar na beira do lago, visitar a estátua do Leão de Lucerna (emocionante), caminhar pelas muralhas e torres do castelo, ver o sol se pôr ali do alto e claro, subir ao Monte Pilatus para ver a cidade toda, o que é imperdível.  Se quiser visitar também o Monte Titlis, sugiro que fiquem pelo menos 3 noites na cidade. Das comidinhas aprovadas e que eu indico estão os sanduíches e doces da confeitaria Confeitaria Bachmann (tem várias unidades. A baguette com salsicha é deliciosa e baratinha) e a comida italiana do La Cucina, do hotel Astoria, faça reserva antes pois é bem concorrido.

Depois seguimos para Interlaken (veja todos os posts aqui), cidade perfeita para quem quer subir ou admirar o monte Jungfrau, ou Topo da Europa, a montanha que fica o ano inteiro branquinha de neve. A viagem de trem para lá é maravilhosa. Aqueles lagos turquesa são lindas.

Nós ficamos em outro hotel 5 estrelas espetacular e histórico, o Victoria-Jungfrau (resenha do hotel aqui), que tem um dos spas mais belos que visitamos e um café da manhã maravilhoso com direito até área de guloseimas para crianças e área para intolerantes alimentares. O hotel ainda tem um restaurante francês e um italiano, ambos renomados. O tour pelo hotel já é um passeio em si. Os salões de festas já abrigaram casamentos de princesas do oriente enquanto as salas de reuniões receberam grandes reuniões da ONU.

Nós caminhamos pela cidade, comemos muito chocolate, fondue e fizemos fotos espetaculares na beira do lago com vista para o Jungfrau (veja nosso vídeo aqui). Uma pena que no dia seguinte, quanto iríamos subir o Jungfrau, estava chovendo e nublado, percalços de viagem que nos obrigará voltar em uma próxima vez. Então a dica aqui é ficar pelos menos 2 noites na cidade e aproveitar para ir até a montanha e ir conhecer os dois lagos.

Depois foi hora de conhecer a Suíça italiana, região de Ticino, começando por Lugano, cidade que me lembrou muito o Rio de Janeiro por conta do lago e das montanhas com casas e mais casas. Nosso hotel boutique The View Lugano foi uma das razões para visitar a cidade, um cinco estrelas novíssimo, tecnológico com um spa maravilhoso, uma vista incrível, restaurante delicioso e o melhor serviço que vimos na Suíça ( lá o hospede pode escolher os amenities, tipo de roupa de cama e até a cor do papel higiênico, além de ter serviços de fazer e desfazer malas, check-in e check-out no quarto e outras maravilhas). Um luxo para grandes momentos. O hotel também oferece carros elétrico ou bicicletas elétricas aos hospedes (já que fica no alto da montanha) e até serviço de babá para quem precisar. As suites são perfeitas para quem ama design e os tratamentos do spa são ótimos. Esplendido é a palavra e tenho certeza que é um dos melhores hotéis modernos da Suíça e da Europa.

Em Lugano não tivemos tempo para visitar museus, mas aproveitamos para caminhar pelo centro histórico, pelo lago e comer em vários cantinhos da cidade. Quem ama comida italiana vai curtir muito esta parte da Suíça. No dia seguinte pegamos o carro do hotel e fomos subir o Monte Bré. De lá a vista é estonteantes e além das cidades Suíças, da para ver a Itália e os lagos lá de cima. É lindo!!! Eu indicaria 3 noites na cidade para dar tempo de dar um pulinho na Itália ou mais se quiser deixar a cidade como base para visitar também Locarno, Ascona e Bellinzona.

Depois de duas noites em Lugano seguimos para Locarno, saindo do luxo e nos hospedando em um prédio do século XV no centro da cidade velha, o Caffè dell’Arte Boutiqueé, que hoje em dia é um B&B, loja de arte e bar e tem precinho ótimo. A cidade é uma graça e caminhar pelas ruas foi nosso grande passeio. Ah! Como eu amo ruínas bem conservadas, jantamos no moderníssimo e lindo Blu Restaurant & lounge na beira do lado e junto ao Lido Locarno.

Passamos metade do dia em Ascona (15 minutos de ônibus de Locarno) e eu me apaixonei pela cidade. Tantas casas de pedras e edifícios históricos que perdi a conta de quantas fotos tirei. A cidade é uma graça com aquelas vielas estreitas cheias de personalidade.

Fomos para Bellinzona apenas para dar uma volta pela cidade e conhecer os castelos medievais (era dia de carnaval e tudo fechou cedo) e depois pegamos um ônibus para ir até  Chur (Coira), Suíça Alemã novamente, pois dalí pegaríamos o famoso trem Glacier Express. O trajeto de ônibus de Bellinzona até Chur também era atendido pelo Swiss Pass mas precisava de uma reserva gratuita. Depois que fomos entender que este trajeto é super requisitado por viajantes pois é absolutamente lindo. Se tiverem oportunidade, o façam. Uma das paisagens mais lindas que vimos na Suíça, parando por cidadezinhas que parecem ter saído dos livros infantis. Duas horas no ônibus que nem vimos passar. A subida e descida dos alpes é linda demais. O trajeto de ônibus tem até um aplicativo com audioguia, mas é em alemão.

Ficamos duas noites em Chur. Uma para ir até Arosa, em uma das viagens de trem mais lindas que fizemos, e outra para conhecer a cidade e no dia seguinte partir no trem mais lento do mundo em direção a agitada Zermatt.

Em Arosa pegamos muita neve e um pouquinho de chuva e só almoçamos e andamos na gôndola, mas o foco mesmo era a viagem de trem Chur-Arosa no Arosa Line. Os trilhos da região são patrimônio da Unesco e a viagem é um “wow” atrás do outro. O trem tem o primeiro vagão com vista para o maquinista então quem viaja de primeira classe pode ficar lá na frente olhando a paisagem, as pontes e a subida que é maravilhosa.

Em Chur acabamos tendo dificuldade de escolher o hotel, pois sem saber nada da cidade ficamos dependendo das notas dos hospedes. A melhor opção era o novo Hotel City West Superior, um hotel empresarial novinho que fica em cima do shopping da cidade e tem, por ser um prédio bem alto, uma vista  linda. Ficamos em um quarto de “esquina” com mini cozinha e uma bela paisagem. O serviço foi bem fraquinho. Nós andamos pelo centro histórico, que é bem bonitinho, pelas igrejas e visitamos o Bunder Kunstmuseum que tem uma bela coleção de Giacometti e seus filhos. E se o tempo estivesse bom teríamos subido no teleférico mas não rolou. E lembram do bar do Aliem que mencionei acima ? Chur é a cidade onde Giger nasceu e lá do lado do nosso hotel está o primeiro bar. Mas já adianto que o de Gruyere é bem mais legal.

Dia seguinte gastamos dentro do trem. Pegamos o Glacier Express as 11 da manhã e chegamos em Zermatt as 5 da tarde. Era um sábado e o trem estava mega lotado. pode-se pegar o  Glacier Express com o Swiss Pass mas neste caso é necessário uma reserva para garantir o seu lugar. Pagamos 13 dólares por pessoa na primeira classe, mas quem não tem o Swiss Pass deve comprar a passagem a parte no site, mas eu explicarei isso em breve.  A viagem é longa, demorada mas as paisagens são incríveis demais. Uma piscada que você dá, lá se foi um cartão postal. O trem inteiro vira restaurante e no vagão cozinha são preparadas as refeições que serão servidas aos viajantes. O valor da refeição é cobrado a parte e sai em média 60 francos por pessoa.

Zermatt foi a maior surpresa de viagem já que eu fiquei absurdamente apaixonada pela cidade e não vejo a hora de voltar. Não sabíamos se escolhíamos Zermatt ou Saint Morritz e nos disseram que Zermatt é muito mais moderna e atrativa, então foi a escolhida. Duas noites na cidade e foi uma correria danada para dar tempo de fazer o que queríamos. Vale lembrar que a cidade não aceita carros de fora e por lá só rodam carros e ônibus elétricos, então quem não estiver viajando de trem terá que deixar o carro em outro local e pegar o trem para chegar até a cidade. Depois falarei mais sobre isso.

Como mais uma vez não havia vaga em apenas um hotel ficamos em dois, um ao lado do outro. Uma noite no Testa Grigia que é um 3 estrelas simples novinho e tem excelente custo benefício (e era o único que ainda tinha vaga 1 mês antes – alta temporada lá é concorridíssimo. Faças suas reservas pelo menos 3 meses antes) e outra noite no 5 estrelas Mont Cervin Palace, um hotel spa onde ficamos em uma suíte com vista para o Matterhorn e eu não queria mais sair daquela janela. Localização perfeita e serviço de primeira. Ótimos restaurantes e ótimo café da manhã. A sala de esqui é um detalhe a parte de tão linda.

Em Zermatt, nós que não esquiamos, ficamos apenas subindo nas montanhas para apreciar a paisagem e comer. Fizemos as 3 subidas para ver o Matterhorn (a montanha do Toblerone) de vários ângulos diferentes e em horário diferentes. As três subidas tem saída bem pertinho do centro da cidade. Primeiro fomos ao Mattherhorn Glacier Paradise, que tem várias gôndolas e bondes até o topo, depois fomos subir no  Gornergrat, a subida até o topo é de trem, para ver o pôr do sol e foi espetacular. Por último subimos o Rothorn, primeiro um funicular por dentro da montanha e depois as gôndolas.

Se não for esquiar, 3 dias (2 noites) na cidade são o suficiente. Vimos que a maioria dos viajantes que não vão esquiar passam apenas o dia na cidade ou dormem apenas uma noite por lá e se arrependem pois não conseguem fazer tudo que queriam. Eu teria ficado uma noite a mais com certeza.

Para quem quiser subir em todas as montanhas há um passe que vale por determinados dias e você pode comprar na própria cidade. Quem tem o Swiss Pass tem desconto. Explicarei isso depois.

Enfim, foi isso. Agora aguardem os próximos posts detalhados e com várias dicas sobre tudo que mencionei acima. Para ver mais fotos me siga no @spicyvanillanomundo e no @makeupatelier. A hashtag da viagem é #SpicyVanillaNaSuiça.

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O Spicy Vanilla viajou de trem pela Suíça a convite da  Swiss Travel System, Turismo Basel, Montreux Riviera, The View Lugano, Turismo Interlaken, Beau Rivage Palace e Movenpick Lausanne.