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Postado por Cinthia Ferreira em 07-mar-2017

Nosso Roteiro de um mês na Suíça | Cidades, hotéis e restaurantes

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Mais um roteiro de viagem no ar. Começo hoje a contar mais sobre nossa viagem pela Suíça. Ficamos o mês de fevereiro inteiro no país e conhecemos dezenas de cidades incríveis. Riviera, montanhas nevadas e vales incríveis. Pegamos o fim do inverno e paisagens espetaculares.

Então, quem pensa que passar 5 dias na Suíça durante uma Eurotrip vai conhecer o país, está muito enganado, pois o país tem muito mais a oferecer. Fizemos isso há 10 anos, durante nossa primeira passagem pelo país e só agora eu posso dizer que conheci um pouco da Suíça. Decidimos ficar todos estes dias por lá para conhecer a Suíça Francesa, Italiana e Alemã. Deixamos de lado os grandes centros econômicos Geneve (que já conhecíamos) e Zurich para focar nas cidades menores, montanhas e nas paisagens perfeitas que tornam a Suíça este lugar tão especial.

Nossa viagem foi feita de forma um pouco confusa pois passaríamos muito tempo e rodaríamos todas as partes do país. Deixamos nossas malas grandes na casa de uma amiga em Vevey e passamos por lá no meio da viagem para fazer troca de roupas e viajar de trem apenas com malas pequenas. Então vou mostrar para vocês o roteiro de forma mais prática, sem essa ida e volta que fizemos. Hoje, apenas um resumo de tudo e logo mais os posts detalhados de cada local.

Abaixo um mapinha das cidades que visitamos.

O foco da viagem foi fazer uma viagem de trem pelo país com o Swiss Travel Pass Flex First Class (compre seu passe aqui), pegando os melhores trens panorâmicos, passando por hotéis de luxo, bons restaurantes e com tudo de bom que a Suíça pode oferecer. Uma experiência inesquecível que em breve se transformará em posts aqui e vídeo aqui no meu canal do youtube 

Nosso voo desceu em Geneve e começamos a viagem pela Suíça francesa e pelo cantão de Vaud visitando Lausanne, Vevey e Montreux Riviera. A região que beira o lago Léman e é super requisitada no verão.

Abaixo um video mostrando um pouquinho de tudo. Aperte o play ou clique aqui para assistir.

Em Lausanne ficamos no famoso Beau Rivage Palace, um dos hotéis spa 5 estrelas mais históricos e belos da região, que é quase um museu com ótimas suites, serviço perfeito e restaurantes estrelados. Um deles comandado pela Chef Anne Sophie. Perfeito para quem procura luxo e um atendimento impecável. Destaque para os belíssimos salões de festas que são obras de arte. Mesmo se não se hospedar no hotel eu indico uma visita.

Também ficamos uma noite no Movenpick, hotel da famosa rede que também tem uma unidade em Lausanne na beira do lago e é uma opção mais acessível (peça os quartos renovados que estão bem bonitos e modernos).

Em Lausanne aproveitamos para pegar o barco e atravessar para a França e conhecer a cidade de Evian, que é conhecida pela famosa fonte de água mineral e é uma gracinha para passear. Passeios imperdíveis em Lausanne são o museu Olímpico, a grande catedral e o mirante da torre. Tem post aqui contando tudo de quando fomos a primeira vez. Eu diria que duas noites na cidade são suficientes para fazer rapidamente os passeios e mais um dia se quiser conhecer Evian.

Em Vevey  (fiz post com video completo do nossos passeios aqui) também ficamos um dois hotéis. O luxuoso e histórico Grand Hotel du Lac (resenha aqui)e o prático Astra Hotel que fica no centro da cidade, na frente da estação.  A cidade me surpreendeu muito, pois além de linda tem ótimos museus e restaurantes (destaque para o Ze Fork que foi um dos melhores da viagem toda).

Os destaques vão para o Le Nest, museu maravilhoso que conta a história da Nestlé, e marca o local onde a empresa começou (eles servem um brunch super bacana e o almoço durante a semana é uma delícia e tem ótimo preço), o Chaplin’s World (post aqui), museu e casa onde o ator passou seus últimos anos com a família e tem um restaurante delícia, o Museu Suiço da Câmera fotográfica – Camera Museum, que é um paraíso para quem ama fotografia, o Alimentarium, museu que conta a história e a importância da alimentação, mostra desde a origem até o funcionamento do sistema digestivo. Pegar o funicular e ver o pôr do sol e as vinculas lá do alto é um programa bem apreciado pelos viajantes.

Montreux fomos duas vezes para passar o dia e jantar, pois já conhecíamos a cidade. O pôr do sol de lá é maravilhoso e um dos passeios mais incríveis é a visita ao Chateau de Chillon (tem post aqui). A cidade tem ótimos hotéis e restaurantes, é queridinha de quem frequenta a riviera. Desta vez conhecemos o Queen Studios Experience que nunca tínhamos ido e o delicioso restaurante La Rouvenaz, indicação de um vendedor da Zara de Montreux. O local é uma graça e a comida é deliciosa.

Ainda em Vevey, pegamos um dia para conhecer a Maison Cailler, fábrica dos chocolates Cailler que fica em Broc (fiz post aqui). Durante o tour eles mostram desde a origem do chocolate até o processo de produção e embalagem. No final uma degustação dos chocolates da marca.

Depois mais algumas estações de trem para conhecer a encantadora cidade de Gruyere (fiz post com vídeo aqui), que dá nome ao fantástico queijo fabricado por lá. Visitamos a fábrica La Maison du Gruyere que conta a história do queijo e mostra a produção diária da iguaria, depois subimos para o alto da cidade e comemos um fondue incrível no concorrido e defumado Le Chalet de Gruyeres, fomos ao HR Giger Museum, artista criador do Alien o oitavo passageiro. Logo em frente do museu está a segunda unidade do bar temático do artista, o Giger Bar que merece pelo menos uma entradinha, é espetacular. Depois disso subimos até o Château de Gruyères, que por ser inverno fechou cedo, então só conhecemos por fora.

Nós fizemos o passeio de trem que tem uma vista belíssima. Dá para fazer os dois passeios no mesmo dia, mas confesso que foi um tanto corrido pois além de termos saído um tanto tarde de Vevey (umas 10:30) acabamos gastando mais tempo na fábrica de chocolate. Então, saia cedo e não fique tanto tempo na lojinha da Cailler rs.

Quem for durante o verão poderá fazer o trem do queijo ou o Train Du Chocolat. Que são trens temáticos lindinhos com restaurante.

Entre Vevey e Basel, fizemos uma parada para conhecer a capital Bern (Berna). Deixamos nossas malas no locker da estação de trem e passamos o dia na cidade. Aliás, se você está viajando de trem e não quer ficar fazendo bate e volta nem dormir em todas as cidades, deixar as malas na estação é uma ótima pedida. Os armários custam de 5 a 12 francos e suas malas ficam trancadas por um período de até 24 horas.

Almoçamos em um dos restaurantes mais procurados pelos viajantes por conta da historia e arquitetura, o Kornhauskeller, um antigo galpão de grãos que hoje em dia é um restaurante belíssimo. Já aviso que gostei muito mais do espaço do que da comida, que é OK, mas valeu a experiência.

Depois fomos passear pelo centro histórico, que é lindíssimo, vimos a torre do relógio (Zytglogge), a catedral e descemos para ver a cidade baixa e a área que ficam os ursos de Berna. A cidade é muito linda e a visita vale muito a pena. Mesmo muita gente indicando um bate e volta eu acho que uma noite na cidade teria valido a pena. Quando eu fizer o vídeo vocês verão a paisagem linda do local.

A noite seguimos para Basel (Basileia), cidade da Suíça alemã que faz fronteira com a Alemanha e um polo cultural no país com museus, onde passamos duas noites no hotel boutique East West Hotel que fica no lado moderninho da cidade, beirando o rio em um prédio histórico. Tivermos um tour com uma guia brasileira que mora por lá e foi uma delícia conhecer mais sobre a região.

Andamos muito pela cidade, fomos a dois museus incríveis, a Fondation Beyeler que está com uma exposição de Monet maravilhosa (acaba dia 28 de maio). A arquitetura do arquiteto Renzo Piano é perfeita. A luz que entra no museu nas paredes de vidro que dão vista para o jardim deixa a visita ainda mais agradável. Também fomos ao Museum Tinguely, com as obras maluquinhas do artista. Restaurantes não há o que reclamar, todos que conhecemos estavam maravilhosos desde o sanduíche de pretzel da frente do ponto de ônibus até o mais elegante da região. Acho que a fronteira com a Alemanha ajuda um pouco já que eu amo a comida alemã. O Kohlmanns foi dica de leitoras e além de lindo tem ótimos pratos suíços, o Kunsthalle que fica ao lado do museu tem um menu refinado, ótimo atendimento e é reduto dos artistas que visitam a região, a confeitaria Schiesser descobrimos por acaso e além de ser a mais tradicional, tem o melhor Amaretti que comemos e doces deliciosos, o restaurante Schlusselzunft fica em um prédio histórico, tem comida excelente e é considerado um dos melhores da cidade.

E já que estávamos ali do ladinho da Alemanha, não pudemos deixar de conhecer o famoso Vitra Museum e o Vitra Haus, no Vitra Campus da fábrica de móveis de design Vitra. O lugar é es-pe-ta-cu-lar. Falo que sou uma caçadora de obras do arquiteto Frank Gehry e este foi mais um para cortar da lista.  Fiquei mais impressionada mesmo com a Vitra Haus, tudo lá é lindo. Cada arquiteto com a sua colaboração e um espaço imperdível para quem ama design. Sério, é emocionante ver aquilo tudo de perto. Fomos de ônibus em meia hora do centro de Basel.

Nossa próxima parada foi Luzern (Lucerna) e decidimos nos hospedar em um castelo do século XIX no alto da montanha, o Hotel Chataeu Gutsch não é um 5 estrelas (é 4) mas tem uma vista muito privilegiada e uma história para lá de interessante (hospedou a Rainha Victoria e quase (ou foi) comprado por Michel Jackson há uns 10 anos) . O hotel foi todo renovado sem perder o estilo medieval. Para subir até o hotel (já que estávamos viajando de trem) usávamos um funicular que sai da avenida e sobe até a montanha. É muito divertido e nossa hospedagem por lá foi ótima.

Em Luzern o grande barato é caminhar pela cidade até não sentir mais os pés. Andar pelas ruas do centro antigo, atravessar as pontes de madeira, caminhar na beira do lago, visitar a estátua do Leão de Lucerna (emocionante), caminhar pelas muralhas e torres do castelo, ver o sol se pôr ali do alto e claro, subir ao Monte Pilatus para ver a cidade toda, o que é imperdível.  Se quiser visitar também o Monte Titlis, sugiro que fiquem pelo menos 3 noites na cidade. Das comidinhas aprovadas e que eu indico estão os sanduíches e doces da confeitaria Confeitaria Bachmann (tem várias unidades. A baguette com salsicha é deliciosa e baratinha) e a comida italiana do La Cucina, do hotel Astoria, faça reserva antes pois é bem concorrido.

Depois seguimos para Interlaken, cidade perfeita para quem quer subir ou admirar o monte Jungfrau, ou Topo da Europa, a montanha que fica o ano inteiro branquinha de neve. A viagem de trem para lá é maravilhosa. Aqueles lagos turquesa são lindas.

Nós ficamos em outro hotel 5 estrelas espetacular e histórico, o Victoria-Jungfrau, que tem um dos spas mais belos que visitamos e um café da manhã maravilhoso com direito até área de guloseimas para crianças e área para intolerantes alimentares. O hotel ainda tem um restaurante francês e um italiano, ambos renomados. O tour pelo hotel já é um passeio em si. Os salões de festas já abrigaram casamentos de princesas do oriente enquanto as salas de reuniões receberam grandes reuniões da ONU.

Nós caminhamos pela cidade, comemos muito chocolate, fondue e fizemos fotos espetaculares na beira do lago com vista para o Jungfrau. Uma pena que no dia seguinte, quanto iríamos subir o Jungfrau, estava chovendo e nublado, percalços de viagem que nos obrigará voltar em uma próxima vez. Então a dica aqui é ficar pelos menos 2 noites na cidade e aproveitar para ir até a montanha e ir conhecer os dois lagos.

Depois foi hora de conhecer a Suíça italiana, região de Ticino, começando por Lugano, cidade que me lembrou muito o Rio de Janeiro por conta do lago e das montanhas com casas e mais casas. Nosso hotel boutique The View Lugano foi uma das razões para visitar a cidade, um cinco estrelas novíssimo, tecnológico com um spa maravilhoso, uma vista incrível, restaurante delicioso e o melhor serviço que vimos na Suíça ( lá o hospede pode escolher os amenities, tipo de roupa de cama e até a cor do papel higiênico, além de ter serviços de fazer e desfazer malas, check-in e check-out no quarto e outras maravilhas). Um luxo para grandes momentos. O hotel também oferece carros elétrico ou bicicletas elétricas aos hospedes (já que fica no alto da montanha) e até serviço de babá para quem precisar. As suites são perfeitas para quem ama design e os tratamentos do spa são ótimos. Esplendido é a palavra e tenho certeza que é um dos melhores hotéis modernos da Suíça e da Europa.

Em Lugano não tivemos tempo para visitar museus, mas aproveitamos para caminhar pelo centro histórico, pelo lago e comer em vários cantinhos da cidade. Quem ama comida italiana vai curtir muito esta parte da Suíça. No dia seguinte pegamos o carro do hotel e fomos subir o Monte Bré. De lá a vista é estonteantes e além das cidades Suíças, da para ver a Itália e os lagos lá de cima. É lindo!!! Eu indicaria 3 noites na cidade para dar tempo de dar um pulinho na Itália ou mais se quiser deixar a cidade como base para visitar também Locarno, Ascona e Bellinzona.

Depois de duas noites em Lugano seguimos para Locarno, saindo do luxo e nos hospedando em um prédio do século XV no centro da cidade velha, o Caffè dell’Arte Boutiqueé, que hoje em dia é um B&B, loja de arte e bar e tem precinho ótimo. A cidade é uma graça e caminhar pelas ruas foi nosso grande passeio. Ah! Como eu amo ruínas bem conservadas, jantamos no moderníssimo e lindo Blu Restaurant & lounge na beira do lado e junto ao Lido Locarno.

Passamos metade do dia em Ascona (15 minutos de ônibus de Locarno) e eu me apaixonei pela cidade. Tantas casas de pedras e edifícios históricos que perdi a conta de quantas fotos tirei. A cidade é uma graça com aquelas vielas estreitas cheias de personalidade.

Fomos para Bellinzona apenas para dar uma volta pela cidade e conhecer os castelos medievais (era dia de carnaval e tudo fechou cedo) e depois pegamos um ônibus para ir até  Chur (Coira), Suíça Alemã novamente, pois dalí pegaríamos o famoso trem Glacier Express. O trajeto de ônibus de Bellinzona até Chur também era atendido pelo Swiss Pass mas precisava de uma reserva gratuita. Depois que fomos entender que este trajeto é super requisitado por viajantes pois é absolutamente lindo. Se tiverem oportunidade, o façam. Uma das paisagens mais lindas que vimos na Suíça, parando por cidadezinhas que parecem ter saído dos livros infantis. Duas horas no ônibus que nem vimos passar. A subida e descida dos alpes é linda demais. O trajeto de ônibus tem até um aplicativo com audioguia, mas é em alemão.

Ficamos duas noites em Chur. Uma para ir até Arosa, em uma das viagens de trem mais lindas que fizemos, e outra para conhecer a cidade e no dia seguinte partir no trem mais lento do mundo em direção a agitada Zermatt.

Em Arosa pegamos muita neve e um pouquinho de chuva e só almoçamos e andamos na gôndola, mas o foco mesmo era a viagem de trem Chur-Arosa no Arosa Line. Os trilhos da região são patrimônio da Unesco e a viagem é um “wow” atrás do outro. O trem tem o primeiro vagão com vista para o maquinista então quem viaja de primeira classe pode ficar lá na frente olhando a paisagem, as pontes e a subida que é maravilhosa.

Em Chur acabamos tendo dificuldade de escolher o hotel, pois sem saber nada da cidade ficamos dependendo das notas dos hospedes. A melhor opção era o novo Hotel City West Superior, um hotel empresarial novinho que fica em cima do shopping da cidade e tem, por ser um prédio bem alto, uma vista  linda. Ficamos em um quarto de “esquina” com mini cozinha e uma bela paisagem. O serviço foi bem fraquinho. Nós andamos pelo centro histórico, que é bem bonitinho, pelas igrejas e visitamos o Bunder Kunstmuseum que tem uma bela coleção de Giacometti e seus filhos. E se o tempo estivesse bom teríamos subido no teleférico mas não rolou. E lembram do bar do Aliem que mencionei acima ? Chur é a cidade onde Giger nasceu e lá do lado do nosso hotel está o primeiro bar. Mas já adianto que o de Gruyere é bem mais legal.

Dia seguinte gastamos dentro do trem. Pegamos o Glacier Express as 11 da manhã e chegamos em Zermatt as 5 da tarde. Era um sábado e o trem estava mega lotado. pode-se pegar o  Glacier Express com o Swiss Pass mas neste caso é necessário uma reserva para garantir o seu lugar. Pagamos 13 dólares por pessoa na primeira classe, mas quem não tem o Swiss Pass deve comprar a passagem a parte no site, mas eu explicarei isso em breve.  A viagem é longa, demorada mas as paisagens são incríveis demais. Uma piscada que você dá, lá se foi um cartão postal. O trem inteiro vira restaurante e no vagão cozinha são preparadas as refeições que serão servidas aos viajantes. O valor da refeição é cobrado a parte e sai em média 60 francos por pessoa.

Zermatt foi a maior surpresa de viagem já que eu fiquei absurdamente apaixonada pela cidade e não vejo a hora de voltar. Não sabíamos se escolhíamos Zermatt ou Saint Morritz e nos disseram que Zermatt é muito mais moderna e atrativa, então foi a escolhida. Duas noites na cidade e foi uma correria danada para dar tempo de fazer o que queríamos. Vale lembrar que a cidade não aceita carros de fora e por lá só rodam carros e ônibus elétricos, então quem não estiver viajando de trem terá que deixar o carro em outro local e pegar o trem para chegar até a cidade. Depois falarei mais sobre isso.

Como mais uma vez não havia vaga em apenas um hotel ficamos em dois, um ao lado do outro. Uma noite no Testa Grigia que é um 3 estrelas simples novinho e tem excelente custo benefício (e era o único que ainda tinha vaga 1 mês antes – alta temporada lá é concorridíssimo. Faças suas reservas pelo menos 3 meses antes) e outra noite no 5 estrelas Mont Cervin Palace, um hotel spa onde ficamos em uma suíte com vista para o Matterhorn e eu não queria mais sair daquela janela. Localização perfeita e serviço de primeira. Ótimos restaurantes e ótimo café da manhã. A sala de esqui é um detalhe a parte de tão linda.

Em Zermatt, nós que não esquiamos, ficamos apenas subindo nas montanhas para apreciar a paisagem e comer. Fizemos as 3 subidas para ver o Matterhorn (a montanha do Toblerone) de vários ângulos diferentes e em horário diferentes. As três subidas tem saída bem pertinho do centro da cidade. Primeiro fomos ao Mattherhorn Glacier Paradise, que tem várias gôndolas e bondes até o topo, depois fomos subir no  Gornergrat, a subida até o topo é de trem, para ver o pôr do sol e foi espetacular. Por último subimos o Rothorn, primeiro um funicular por dentro da montanha e depois as gôndolas.

Se não for esquiar, 3 dias (2 noites) na cidade são o suficiente. Vimos que a maioria dos viajantes que não vão esquiar passam apenas o dia na cidade ou dormem apenas uma noite por lá e se arrependem pois não conseguem fazer tudo que queriam. Eu teria ficado uma noite a mais com certeza.

Para quem quiser subir em todas as montanhas há um passe que vale por determinados dias e você pode comprar na própria cidade. Quem tem o Swiss Pass tem desconto. Explicarei isso depois.

Enfim, foi isso. Agora aguardem os próximos posts detalhados e com várias dicas sobre tudo que mencionei acima. Para ver mais fotos me siga no @spicyvanillanomundo e no @makeupatelier. A hashtag da viagem é #SpicyVanillaNaSuiça.

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O Spicy Vanilla viajou de trem pela Suíça a convite da  Swiss Travel System, Turismo Basel, Montreux Riviera, The View Lugano, Turismo Interlaken, Beau Rivage Palace e Movenpick Lausanne.

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