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Postado por Cinthia Ferreira em 18-ago-2016

Alemanha | Visitando o Castelo Faber-Castell em Stein/Nuremberg

Alemanha, Cultura, MInhas Viagens, museu, Nuremberg, parques, Turismo

visita-castelo-faber-castell

Voltando aos posts da Alemanha cotarei um pouco sobre nossa visita ao real castelo da Faber-Castell em Stein, coladinha em Nuremberg. Um lugar quase mágico para quem ja sonhou em conhecer as inspirações para as caixas das icônicas caixas de lápis de 36 cores que era desejo das crianças dos anos 90.

Como nossos dias em Nuremberg estavam bem corridos, pegamos uma brechinha no último dia para ir até Stein e visitar a área do castelo, a lojinha e a área das fábricas, já que o horário da visitação tinha encerrado naquele dia. Colocamos o aplicativo do google para funcionar, pegamos trem e ônibus e lá fomos nós realizar um sonho de infância.

O Schloss Faber-Castell ficava a menos de meia hora do nosso hotel (10km). Na ida fomos uma parte a pé e outra de ônibus e na volta pegamos ônibus e trem. Foi bem fácil de chegar a demorou certa de meia hora cada percurso.

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Infelizmente fomos no final do dia a a visitação tinha encerrado. Mas entramos pelo portão principal para visitar a lojinha que estava prestes a fechar e conseguimos andar pela área externa toda e conhecer os ardeores do castelo e jardins.

castelo-faber-castellO lugar é realmente mágico, maravilhoso e permaneceu praticamente intacto após duas guerras que quase destruíram a cidade.  Tudo muito bem cuidado e inspirador.

O prédio tombado é patrimônio mundial,  já foi moradia da família até o início da guerra em 1939 e hoje é um museu que abre as portas para visitantes do mundo inteiro. Aqui tem a história do castelo.

A Faber-Castell é uma das empresas familiares (Fundada por Kaspar Faber |1730-1783) mais antigas e tradicionais do mundo e já está na nona geração.

Sobre a construção do castelo…

“Próxima à mansão construída por Lothar von Faber, Ottilie e Alexander von Faber-Castell aprovaram a construção de uma nova e grandiosa casa seguindo o projeto de Theodor von Kramer, um arquiteto de Nuremberg. Eles queriam que a fachada parecesse um castelo – simbolizando o nome “Castell”. As partes internas, por outro lado, refletiam o espírito da época e até hoje são um exemplo notável da arquitetura Jugendstil (art noveau) superior. Três cômodos do “castelo” foram projetados por Bruno Paul. Os banheiros são um modelo de luxo e foram equipados com os recursos técnicos mais modernos daquele tempo” – Fonte.

castelo-historia-faber-castell

Lá dentro os cômodos estão decorados com os móveis da época e dizem que é maravilhoso. Quem quiser pode fazer um visita virtual aos cômodos. No site brasileiro da Faber-Castell tem um tour bem bacana com informações em português.

jardins-castelo-faber-castell

Mas mesmo sem entrar no castelo a visita é fantástica. A arquitetura do castelo é linda e imponente. Parece que estamos em um conto de fadas. Os jardins são lindos há até mesmo parreiras cheias de uvas.

logo-faber-castell

Atras do castelo a belíssima casa e logo em frente uma escultura com os dois cavaleiros lutando, símbolo da Faber-Castell.

Sobre o logotipo…

Em 1905, o Conde Alexander lançou uma nova linha de lápis de alta qualidade e deu a essa linha o nome de Castell. Para diferenciá-los dos produtos de seus concorrentes, o Conde escolheu sua cor militar para o revestimento: verde. Ao longo dos anos, os lápis Castell tornaram-se clássicos. Além da cor, o Conde também incluiu a imagem de dois “cavaleiros do lápis”, um tema publicitário que decorou as caixas e embalagens por décadas.

Posteriormente, essa imagem foi considerada ultrapassada e deixou de ser usada. No entanto, no início dos anos 1990, quando o atual Conde criava uma nova imagem corporativa para a empresa, os cavaleiros voltaram a ser o símbolo da marca Faber-Castell. Em forma estilizada, eles agora são um componente essencial do logotipo da empresa.” – Fonte.

loja-alemanha-faber-castell

O único local que conseguimos entrar foi a lojinha, que fica em uma graciosa casa na entrada da propriedade. Lá os amantes de lápis e canetas ficarão malucos.

Há itens comuns, vendidos em lojas e papelarias, há itens especiais para desenhistas e uma área dedicada a colecionadores com canetas que passam de 3 mil euros.

E para quem não sabe, há mais de 30 anos a Faber Castell também produz lápis de maquiagem para as grandes marcas do mundo tudo. Não é a toa que os melhores lápis cosméticos sempre levam um “Made in Germany” gravado.

fabrica-faber-castell

Além da visitação do castelo há tours guiados com visitas aos galpões da fábrica e ao museu. No tour guiado é possível visitar estes espaços e ver de pertinho parte da produção.Mas estes tours são cobrados e devem ser agendados direto no site com antecedência.

cidade-faber-castell

Mas Stein não tem só a Faber-Castell. A região é belíssima e cheia de construções históricas, igrejas e restaurantes. Foi uma delícia terminar a tarde caminhando por lá antes de voltar ao hotel.

Mesmo incompleto, foi um passeio incrível. Indico muito para quem ama castelos e quer ficar mais pertinho da historia desta marca tão importante que fez parte da nossa vida.

Informações:

Castelo e lojinha Faber-Castell  Nürnberger Str. 2, 90547 Stein, Alemanha – +49 (0) 911 9965 5855 – E-Mail: shop.stein@faber-castell.de
 .




Postado por Cinthia Ferreira em 11-ago-2016

LEGO | Exposição Art Of The Brick em São Paulo

Brasil, Cultura, museu, São Paulo, Videos

art-of-the-brick

Finalmente a exposição The Art of Brick – Nathan Samaya, artista que faz esculturas utilizando peças de LEGO, chega ao Brasil e eu fui uma das convidadas da Multiplus, apoiadora do evento, a fazer um tour pela exposição guiada pelo próprio artista.

A celebrada exposição teve sua primeira edição em 2007 na Pensilvânia e de lá para cá já passou por mais de 80 museus em cidades nos Estados Unidos e no mundo. Hoje, dia 11 de agosto de 2016 está oficialmente a temporada de São Paulo e conta com 83 esculturas todas feitas com mais de 1 milhão tijolinhos de Lego.

Então vamos começar pelo vídeo que eu gravei na exposição mostrando algumas peças e a explicação do próprio Nathan Sawaya que nos guiou pela exposição.

art-of-the-brick-studio

Acima uma mini réplica do estúdio de Nathan que hoje fica em Los Angeles. As peças são separadas por cores. Em um dos vídeos apresentados na exposição o artista deixa claro que não usa nenhuma peça especial de nenhuma cor especial. As peças que ele usa para criar suas obras são as mesmas que qualquer criança pode comprar nas lojas.

art-of-the-brick-yellow

Yellow é uma das mais celebradas obras do artista e de acordo com palavras do próprio, é uma escultura que representa uma pessoa se abrindo e deixando suas emoções aflorarem.

Foi construída utilizando mais de 11 mil peças, demorou 3 meses e foi uma das primeiras peças representando a figura humana. Hoje em diz ele diz que demora 1/4 do tempo para reproduzir este tipo de escultura.

art-of-the-brick-o-grito

Além das esculturas de criação própria, Nathan reproduz algumas das grandes obras pinturas e esculturas. Ele diz que desta forma traz este tipo de arte ao encontro de crianças.

Alguns quadros são apenas figuras pixalizadas, outros tem uma dimensão criada pelo artista. No caso da reprodução do quadro “O grito”, a figura salta da tela.

art-of-the-brick-sao-paulo

Uma das salas está repleta de figuras humanas e são realmente impressionantes. Ele diz que as esculturas humanas são as mais perfeitas para exprimir as emoções e sentimentos. O trabalho para chegar a formatos tão perfeitos requer além de prática, muito amor pela arte.

nathan-sawaya

Outra obra citada pelo artista é a “Grasp” que representa a parte da vida do artista que ele deixou de lado sua profissão como advogado e decidiu se dedicar a arte.

“É uma obra importante para mim, pois fala sobre minha história. Quando tentei libertar-me e dedicar minha vida à arte, muitas pessoas me disseram: ‘ Você está louco, está cometendo um grande erro, não pode fazer isso’. Tive de me afastar delas, e essa foi a inspiração para a criação de Grasp.”

objetos-lego

Além das figuras humanas há uma série de objetos e ideias passadas através das divertidas pecinhas.

Além destas das fotos, mostrei no meu vídeo o retrato de Pelé, ídolo do artista e uma homenagem ao Brasil e o enorme T-Rex, feito com mais de 80 mil pecinhas. É espetacular.

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Na foto acima, euzinha com o artista Nathan Sawaya, Márcio do blog Janela Laranja , Maria do Carmo do Fast Pass Viagens e colegas blogueiros de viagem.

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E para quem não conhece São Paulo, esta outra obra de arte acima é a Oca, parte externa do museu que abriga a exposição.

Nem preciso dizer que a CNN estava certa quando disse que a visita era “obrigatória”. E exposição está maravilhosa e com certeza deixará adultos e crianças impressionados. Espero que os paulistas aproveitem e que os cariocas fiquem na expectativa da visitação.

 

Informações:

The Art of Brick – Nathan Samaya
De 11 de agosto a 30 de outubro de 2016 (depois segue para o Rio de Janeiro, no Museu Histórico Nacional onde permanecerá entre 11 de novembro e 15 de janeiro de 2017)
OCA – Parque do Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 3
De terça a domingo das 11h às 20h (Fechado às segundas)
Ingressos : R$ 20 | R$ 10 (meia-entrada) – Ingressos AQUI

 

Postado por Cinthia Ferreira em 30-jul-2016

Berlim e Região | Os palácios e atrações do Park Sanssouci

Alemanha, Berlim, Cultura, Europa, MInhas Viagens, museu, Turismo, Visitando

parque-sanssouci

Neste último post eu falei o passo a passo para sair de Berlim e chegar até Park Sanssouci em Postdam, patrimônio Mundial da UNESCO desde 1990. Hoje eu mostro como foi o nosso passeio pelo parque e pelos palácios. Então quem quiser conhecer o local veja antes este post para entender com chegar e como é o espaço e agora vamos falar e mostrar um pedacinho do parque.

Veja aqui todos os nossos posts sobre a Alemanha

Como eu disse, chegamos no parque e fomos comprar os nosso tickets. Pegamos uma pequena fila mas foi o tempo necessários para decidir o tipo de ingresso que escolheríamos. Então quem quiser pode comprar o ticket para os palácios no site.

Nosso ingresso dava direito a entrar no moinho que é um museu, nos palácios, galeria e a tirar fotos nos palácios. Pagamos e já marcamos nossa visita para as 11 e pouco. As visitas são feitas em turmas então tem marcar e seguir o horário a risca.

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Aproveitamos o tempo que tínhamos antes do horário da visita ao Palácio de Sanssouci e fomos conhecer o moinho, que pelo que nos explicaram não é original mas foi reconstruído de forma que era o moinho anterior. Dentro dele estão objetos, histórias e equipamentos do moinho.  A vista lá de cima é bem bonita.

Ao lado do moinho há um café com mesinhas ao lado de fora.

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Depois fomos passear pelos jardins ao redor do palácio. É tudo lindo e em perfeita harmonia. Neste momento que o céu ficou menos nublado e começou esquentar um pouquinho.
potsdam-palacio-sanssouci

Atras do palácio, na última foto acima, podemos ver as parreiras que o antigo rei cultivava para fazer seus próprios vinhos. O espaço também é repleto de majestosas estátuas de mármore.

Andamos, andamos e passamos na lojinha ao lado da entrada do palácio para comprar meus chás queridinhos da Alemanha e fomos para a fila da nossa visita. Pegamos o audio guia e entramos no palácio.

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O famoso palácio de Sanssouci foi projetado e construído nos anos 1745-1757 por Georg von Knobelsdorff para ser residência de verão de Frederico, o Grande, quando fora de Berlim. O palácio em estilo rococó é relativamente pequeno em tamanho, mas gigantes nos detalhes.

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Em cada sala, cada quarto, uma inspiração. Desde um estilo mais sóbrio e refinado ao exótico quarto decorado com flores e animais silvestres por todos os cantos.

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Acima os aposentos do rei.

Saindo do palácio seguimos para a Picture Gallery que fica ao lado e é espetacular. Um acervo enorme de porta retratos se perdem no meio da majestosa construção. A jardim do lado de fora é igualmente maravilhoso e grandioso.

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O rei prussiano Frederico II o “Grande” também solicitou a criação de um espaço para abrigar sua coleção de arte quando o arquiteto Gottfried Bring construiu este espaço tão lindo que chama mais atenção do que o próprio palácio.

Além da arquitetura espetacular o espaço abriga obras como  “Doubting Thomas” de Caravaggio  e“Pentecost” de  Anthony van Dyck’s.

Depois da galeria voltamos para a área da entrada para almoçar.

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Fomos almoçar no Movenpick que já conhecíamos da Suíça. Ambiente agradável, lindo e com um bom cardápio. Nossos pratos estavam deliciosos como a maioria que comemos na Alemanha. O restaurante é grande, tem várias alas, mas é bem cheio. Então como eu disse no primeiro post, vale reservar uma mesa assim que chegar ao parque.

Há outros restaurantes e lanchonetes no parque e você pode ver todos aqui no site deles. Preste atenção ao mapa e a sua localização, pois a distância é grande para quem estiver a pé.

Depois seguimos para os jardins em busca de outros pontos de interesse em nosso mapa. Caminhamos, caminhamos e caminhamos. É tudo gigante e anda-se muito de um ponto ao outro.

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Fomos caminhando no meio do jardim até a Chinese Teahouse, que nem preciso dizer que foi o meu lugar favorito. Uma mistura da arquitetura asiática com o barroco me levou para um passado que só existe na minha mente e já imaginei vestidos incríveis e porcelanas perfeitas com chás locais. Ah! que sonho seria viver um dia nesta minha fantasia.

A Teahouse demorou 9 anos para ser concluída, entre 1755 a 1764. Foi concluída no final da guerra dos 7 anos.

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Saímos de lá e andamos mais meio Km até chegar no palácio novo. Acima vocês podem ver como é a área local e com o gps do celular nos ajudou de um ponto a outro. rs.

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Chegamos ao Neues Palais e ficamos alguns minutos andando até entender o que era o que e onde era a entrada. Fomos antes ao guichê de atendimento em outro prédio para marcar o novo horário da visitação e esperar nossa vez.

O Neues Palais tem mais de um tour e nós não conseguimos visitar os aposentos reais pois não havia mais horário.

Sobre o palácio…

” Quando a Guerra dos Sete Anos terminou com a assinatura do Tratado de Hubertusburg em 1763, e da Prússia sobrevier sem perdas territoriais, Frederico, o Grande retomou suas atividades de construção. O New Palace foi construído na parte ocidental do Parque Sanssouci entre 1763 e 1769. Frederick New Palace marca o fim simbólico de uma época, uma vez que após a sua conclusão, palácios barrocos não foram mais construídas na Prússia. Os arquitetos eram Johann Gottfried Bring (1763-1764), que já havia construído a Teahouse e a Pictures Gallery, e Carl von Gontard (1764-1769)”

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As salas são, o que minha mãe diria, um exagero. A Cave Hall, criada por Carl von Gontard é uma verdadeira obra de arte. Reparem nos detalhes das paredes e tetos com mosaicos criados com pedras semi preciosas, quartzos, mármore e conchas.

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Outros salões são repletos de espelhos, mármore e candelabros incríveis. É tudo muito exótico e grandioso.

Saímos do segundo palácio efomos tomar um sorvete, passear na lojinha do prédio que fomos retirar o ticket e seguimos caminhando até a estação de trem para voltar para Berlim. E isso eu contei tudo neste post aqui.

Valeu muito a pena a visita e mesmo caminhado o mesmo tanto que andamos no Palácio de Versalhes, foi maravilhoso. Mas para ver tudo e ainda conhecer os pontos próximos, é necessário mais de um dia. Então quem quiser conhecer a fundo eu sugiro até uma hospedagem na cidade. Mas um bate e volta de Berlim é o suficiente para uma olhada geral. No site vocês poderão olhar as outras construções que não tivemos tempo de conhecer.

E se alguém já visitou e quiser deixar alguma dica, elas são sempre bem vindas.

Informações:

Park Sanssouci – Zur Historischen Mühle 1, 14469 Potsdam, Alemanha – Veja aqui o primeiro post sobre o parque